A Articulação de Mulheres Brasileiras, a Rede Nacional Feminista de Saúde e outras vinte e duas organizações, entre elas a Justiça Global, divulgaram manifesto a respeito do debate sobre o aborto clandestino no Brasil. O documento reafirma o compromisso das ONGs em defesa do princípio constitucional do Estado laico, dos direitos sexuais e reprodutivos dos cidadãos e do direito à vida e à saúde das mulheres.
O manifesto também expressa o apoio deste movimento ao trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Ministério da Saúde em relação à implementação de políticas públicas na área da saúde para as mulheres.
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