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	<title>Justiça Global &#187; Áudio</title>
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		<title>Mães de Maio cobram fim dos &#8216;autos de resistência&#8217; e comentam audiência (áudio)</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 18:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mehl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso à Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Estados]]></category>
		<category><![CDATA[Notas públicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança Pública e Violência Institucional]]></category>
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		<category><![CDATA[violência policial]]></category>

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		<description><![CDATA[Após uma audiência pública sobre a violência policial no estado de São Paulo, o movimento das Mães de Maio divulgou hoje uma nota em que cobra o fim dos registros como 'autos de resistência' ou 'resistência seguida de morte']]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Após uma audiência pública sobre a violência policial no estado de São Paulo, o movimento das Mães de Maio divulgou hoje esta nota:</em></p>
<h1><span id=":176">MÃES DE MAIO CONTRA A VIOLÊNCIA POLICIAL: MEDIDAS URGENTES!!!</span></h1>
<p>As Mães de Maio mais uma vez vêm a público para registrar seu posicionamento diante da Violência do Estado.</p>
<p>No  último dia 05 de agosto o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da  Pessoa Humana (CONDEPE-SP) realizou uma importante Audiência Pública,  que já deveria ter acontecido há mais tempo, para discutir a Violência  Policial no Estado de São Paulo, com destaque especial para os recentes  assassinatos na capital e, sobretudo, a nova série recente de matanças  na Baixada Santista (em abril de 2010). Assassinatos que, conforme  demonstram uma série de provas e reportagens feitas recentemente (como  p. ex. no jornal A Tribuna de Santos) são uma verdadeira continuidade  dos Crimes de Maio de 2006 &#8211; as mesmas práticas, o mesmo <em>modus operandi</em>, muitos dos mesmos policiais e grupos de extermínio,<em> </em>e a mesma brutalidade contra o povo pobre e negro da periferia.</p>
<p>É importante frisar que, embora convocado a comparecer, o Secretário  de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto,  mais uma vez não esteve presente para prestar contas à sociedade sobre  sua gestão &#8211; já é a segunda Audiência Pública para qual ele é convocado e  não vem pessoalmente. Porém, as Mães de Maio e os movimentos sociais  presentes na Audiência deixamos bem enfaticamente o nosso recado para o  seu representante presente na audiência, antes que ele conseguisse  escapar sem ouvir a sociedade para quem ele deveria trabalhar.</p>
<p>Compartilhamos abaixo com todos vocês o Audio Completo da Audiência,  para que todos nós sigamos Atentos e Atuantes no sentido de exigir  mudanças drásticas na atual política de segurança pública aqui no  estado, e na país inteiro também (afinal a violência policial é uma  chaga que atinge toda a federação brasileira).</p>
<p>Ou nós transformamos por completo a sociedade desigual e injusta que  marca a nossa história passada e atual, ou seguiremos vivendo  cotidianamente situações de violação em série dos direitos humanos e  situações de terror, principalmente nas comunidades pobres pelas  periferias do país.</p>
<p>Todas estas séries de chacinas e matanças do período &#8220;democrático&#8221;, a  começar pela maior delas que foram os Crimes de Maio de 2006, precisam  urgentemente ser desarquivados, investigados e devidamente julgados. Sem  isso, sem a garantia básica do Direito à Vida e do Direito de Ir e Vir,  não há a menor possibilidade de se pensar qualquer sociedade que aponte  um futuro minimamente decente para as crianças e jovens de nosso país.</p>
<p>Na opinião das Mães de Maio, um primeiro passo fundamental para esta  transformação deve ser o banimento imediato das demarcações  &#8220;Resistência Seguida de Morte&#8221; e &#8220;Auto de Resistência&#8221; dos boletins de  ocorrência e da <em>causas mortis </em>de jovens assassinados por agentes  do estado. Além de ser uma brecha inconstitucional, tal anulação está  prevista no Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH-3) &#8211; uma proposta  das Mães de Maio e da Rede Contra Violência -, e se não for agilizada  certamente milhares de outros jovens seguirão morrendo sem qualquer  perspectiva de direito à Verdade e à Justiça. Estas demarcações são os  principais mecanismos que possibilitam um veradeiro Estado de Sítio  contra a população pobre e negra do país.</p>
<p>SEGUIMOS ATENTAS!</p>
<p>POR UM VERDADEIRO PODER POPULAR!</p>
<p>MÃES DE MAIO</p>
<p><a href="http://maesdemaio.blogspot.com/2010/08/audios-da-audiencia-publica-do-condepe.html" target="_blank">http://maesdemaio.blogspot.com/2010/08/audios-da-audiencia-publica-do-condepe.html</a></p>
<h3><a href="http://maesdemaio.blogspot.com/2010/08/audios-da-audiencia-publica-do-condepe.html" target="_blank">Audios da Audiência Pública do Condepe</a></h3>
<p>Ouça a gravação da Audiência Pública que aconteceu no Condepe/SP no dia  05 de agosto de 2010, no Espaço da Cidadania “André Franco Montoro”,  situado no Largo Pateo do Collegio, no. 184, térreo, Centro de São  Paulo.<br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">Estiveram presentes entre outros o presidente do Conselho  Regional de Medicina por ocasião dos crimes de maio de 2006,  representante do Secretário de Segurança Pública, de direitos humanos,  Defensor Público, jornalista do jornal A Tribuna de Santos, mães de  vítimas mortas por policiais em São Paulo, mães de vítimas dos crimes  ocorridos em Março e Abril de 2010, na Baixada Santista cometidos por  grupos de extermínio e Mães de Maio.</span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">Para ouvir a gravação da Audiência Pública </span><strong style="color: #ff0000;"><a href="http://www.archive.org/details/CondepeSoPaulo_446" target="_blank">clique aqui</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pulsar: &#8216;Quilombolas garantem posse de terra na Ilha de Marambaia&#8217;</title>
		<link>http://global.org.br/programas/pulsar-quilombolas-garantem-posse-de-terra-na-ilha-de-marambaia/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 19:25:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mehl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Econômicos, Sociais e Culturais]]></category>
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		<category><![CDATA[STJ]]></category>

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		<description><![CDATA[Alvo de forte disputa entre a União e os descendentes de escravos há quase 10 anos, o território foi considerado pelo STJ área remanescente de quilombo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Os quilombolas que ocupavam a Ilha de Marambaia, na região de Mangaratiba, no Rio de Janeiro, garantiram a posse da terra pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) no final do ano passado.</strong></em></p>
<pre><a href="http://www.brasil.agenciapulsar.org/nota.php?id=5637">OUÇA O ÁUDIO DA DECLARAÇÃO DA ADVOGADA LUCIANA GARCIA NO SITE DA PULSAR</a></pre>
<p>Alvo de forte disputa entre a União e os descendentes de escravos há quase 10 anos, o território foi considerado pelo STJ área remanescente de quilombo. O ministro Luiz Fux argumentou que a Constituição de 1988 estabelece que os remanescentes de comunidades de quilombo tenham reconhecida a posse definitiva do território ocupado.</p>
<p>O voto de Fux foi acompanhado pelos votos da ministra Denise Arruda e Benedito Gonçalves, relator do caso.</p>
<p>“É uma vitória importantíssima não só para a comunidade de Marambaia mas também para a luta de direito ao território de todas as comunidades quilombolas do Brasil. Isso porque a decisão foi muito bem fundamentada e repercutiu positivamente”, analisa Luciana Garcia, advogada da Ong <em>Justiça Global</em>.</p>
<p>Os moradores da Ilha, ocupam a área há cerca de 120 anos. Eles são descendentes de escravos que trabalhavam em fazendas que funcionavam no local. Desde a década de 80, existem diversas ações judiciais tanto por parte da comunidade como por parte da Marinha Brasileira para garantir a posse do território.</p>
<p>Apesar desta vitória, contudo, Luciana lembra que esta não é uma decisão totalmente definitiva pois ainda é passível de recurso. (pulsar)</p>
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		<title>Acompanhe a Conferência Nacional de Comunicação pela Agência Pulsar</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 21:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mehl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
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		<description><![CDATA[Acesse www.brasil.agenciapulsar.org e acompanhe a CONFECOM.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Pulsar* está em Brasília acompanhando de perto a I Conferência Nacional de Comunicação (I Confecom).</p>
<p>Desde a metade do século passado vários assuntos de interesse nacional já uniram na mesma mesa governo, sociedade e empresários. Já foram realizadas mais de 50 conferências em nosso país nos mais diversos temas: saúde, mulheres, educação, segurança pública, cidades. E esta é a primeira vez que comunicação entra nesta pauta.</p>
<p>As conferências se firmaram como mecanismo de participação democrática de todos os setores da sociedade. Até chegar na etapa final, que é a nacional, milhares de pessoas são mobilizadas em municípios e estados e têm oportunidade de dar sua contribuição. Algumas conquistas, como o formato do Sistema Único de Saúde, são fruto da luta da sociedade e resultado de processos de conferência.</p>
<p>A I Conferência Nacional de Comunicação será realizada entre hoje (14) e 17 de dezembro em Brasília. O tema será Comunicação: Meios para construção direitos e cidadania na era digital.</p>
<p>Estão em pauta temas como acesso universal à internet banda larga, revisão do sistema de concessões de rádiodifusão, controle social, políticas que diminuam ou eliminem o preconceito contra mulheres, negros e outros segmentos na programação, entre outros.</p>
<p>A construção desta etapa nacional vêm mostrando os conflitos de interesses mais diversos sobre a comunicação brasileira. Há disputas entre os movimentos sociais e empresários e também dentro do governo.</p>
<p>Foram encaminhadas mais de 6 mil propostas a partir das etapas realizadas anteriormente. O relatório final que será aprovado pelos delegados em Brasília formará um documento que pretende orientar a política de comunicação brasileira.</p>
<p>A cobertura especial da Agência Pulsar terá três notas e um programa de áudio especial com dez minutos. Estamos trabalhando também em espanhol realizando a cobertura junto com a correspondentes da Pulsar América Latina e Caribe e da ALLER – Associação Latinoamericana de Educação radiofônica.</p>
<p>Acesse em nosso sítio www.brasil.agenciapulsar.org e assine nosso panorama diário para receber em dois e-mails com informações todos os dias.</p>
<p>*Pulsar é uma agência informativa para rádio livres e comunitárias. Todo o conteúdo é disponibilizado em copyleft, portanto, pode ser usado gratuitamente sem fins de lucro. Pedimos apenas citar a fonte.</p>
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		<title>Relatório denuncia violações de direitos humanos no Pará</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 18:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sandrinha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As organizações não-governamentais Comissão Pastoral da Terra (CPT), Terra de Direitos e Justiça Global apresentam na próxima segunda-feira, dia 28 de novembro de 2005, às 14h30, na sede da CNBB em Brasília, o relatório &#8220;Violação Dos Direitos Humanos na Amazônia: conflito e violência na fronteira paraense&#8221;. (...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As organizações não-governamentais Comissão Pastoral da Terra (CPT), Terra de Direitos e <em>Justiça Global</em> apresentam na próxima segunda-feira, dia 28 de novembro de 2005, às 14h30, na sede da CNBB em Brasília, o relatório <strong>&#8220;Violação Dos Direitos Humanos na Amazônia: conflito e violência na fronteira paraense&#8221;</strong>. O livro, que também será disponibilizado em inglês e alemão, será entregue além das autoridades do governo federal e do Pará, à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, à Comissão de Direitos Humanos da ONU e à Representante Especial das Nações Unidas para Defensores de Direitos Humanos, Hina Jilani, que chega ao Brasil em missão oficial no dia 5 de dezembro, e que inspecionará o Pará de 7 a 9 do mesmo mês.</p>
<p>A pesquisa, realizada em parceria pelas três organizações, traz uma análise sobre a situação fundiária e a violência no Estado do Pará, desnudando as relações entre a degradação ambiental, a situação fundiária e as violações de direitos humanos.</p>
<p>A partir das denúncias, lutas e problemas enfrentados pelos trabalhadores, o relatório aborda o desmatamento, a grilagem e a violação dos direitos humanos. As reflexões procuram também abordar e analisar as dificuldades na implementação de um programa de reforma agrária sustentável e na demarcação de reservas extrativistas.</p>
<p>Como lugares e exemplos dessa luta, foram visitadas e pesquisadas as localidades de Rondon do Pará, Anapu, Terra do Meio, Castelo dos Sonhos e Porto de Moz. Essas regiões ilustram, por um lado, a ação criminosa de latifundiários, grileiros, e madeireiros, além da recorrente e não menos criminosa ação de órgãos do Poder Público. Por outro lado, estas regiões são palcos de luta e resistência de posseiros, ribeirinhos, trabalhadores rurais, defensores de direitos humanos na busca de uma reforma agrária e de um modelo de desenvolvimento capaz de garantir melhores condições de vida população e a preservação da Amazônia.</p>
<p>O Pará carrega alguns tristes recordes, como o de campeão dos conflitos de terra e de mortes. De fato, nos últimos dez anos, os números relativos aos conflitos, mortes e ameaças de morte são excessivamente elevados. Os registros da CPT mostram que, de 1971 a 2004, foram assassinados 772 camponeses e outros defensores de direitos humanos no Pará, sendo que a maioria dessas mortes (574 casos) foi registrada na região sul e sudeste do Estado. Na primeira metade do período mencionado (1971-1985) foram registrados 340 assassinatos em conflitos fundiários. Na segunda metade do período (1986-2004) foram vitimados 432 camponeses, demonstrando assim a persistência no tempo do padrão de violência existente no Pará.</p>
<p>Se o padrão de violência impressiona, a impunidade choca ainda mais: dos 772 assassinatos no campo no Pará, foram realizados apenas três julgamentos de mandantes dos crimes. Para demonstrar a impunidade, a pesquisa traz uma lista com os nomes de mandantes e pistoleiros que já tiveram a prisão preventiva decretada mas que continuam em liberdade.</p>
<p>Ao final do relatório as entidades apresentam um rol de recomendações, especificando os órgãos competentes a que se destinam e as competências que lhes cabem em cada uma delas. Este relatório, além de ser mais uma ação de denúncia e monitoramento em torno das violações de direitos humanos e destruição ambiental no Pará, quer contribuir para transformar a realidade.</p>
<p>A partir das 14h30 do dia 28 de novembro, o relatório estará disponível nas seguintes páginas eletrônicas:</p>
<p><a href="http://www.cptnac.com.br/">http://www.cptnac.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.global.org.br/">http://www.global.org.br</a></p>
<p><a href="http://www.terradedireitos.org.br/">http://www.terradedireitos.org.br</a></p>
<p>O áudio: </p>
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