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	<title>Justiça Global &#187; Campanhas e Ações Urgentes</title>
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		<title>Vale concorre a prêmio internacional de pior empresa do mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 23:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Justiça Global</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A empresa participa do consórcio responsável pela construção da hidrelétrica de Belo Monte, que será responsável pelo deslocamento forçado de cerca de 40 mil pessoas, atingindo 14 comunidades indígenas do Médio Xingu, alagando 668 km2 e secando 100 km do rio na chamada Volta Grande do Xingu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2704" title="Vale" src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2012/01/vale-spoof-2012-small-300x223.jpg" alt="Vale" width="300" height="223" />A <strong>Vale</strong>, mineradora brasileira presente em 38 países e considerada hoje a maior corporação de mineração de ferro do mundo, é uma das seis finalistas do prêmio Public Eye Award, que todos os anos escolhe a pior empresa do planeta por voto popular e anuncia a vencedora durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. É a primeira vez que uma empresa brasileira concorre ao prêmio.</p>
<p>A indicação da Vale para o Public Eye Award 2012 foi feita pela Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale (International Network of People Affected by Vale) através da organização brasileira Rede Justiça nos Trilhos, sediada no Maranhão, em parceria com as ONGs internacionais Amazon Watch e International Rivers, e tem como base os inúmeros impactos ambientais, sociais e trabalhistas causados na última década pelas atividades da corporação no Brasil e no mundo.</p>
<p>A entrada da empresa, em meados de 2010, no Consórcio Norte Energia SA, empreendimento responsável pela construção da hidrelétrica de <strong>Belo Monte</strong> no rio Xingu, no Pará, foi considerado pelos organizadores do prêmio, Greenpeace Suíça e Declaração de Berna, o fator determinante para a sua inclusão na lista das seis finalistas do Public Eye deste ano. A Vale detém 9% das ações do Consórcio, que será responsável pelo deslocamento forçado de cerca de 40 mil pessoas, atingindo direta e indiretamente 14 comunidades indígenas do Médio Xingu, alagando 668 km2 e secando 100 km do rio na chamada Volta Grande do Xingu.</p>
<p><a href="http://www.publiceye.ch/en/vote/vale/" target="_blank">A votação do Public Eye Award 2012 é feita no site do prêmio e <strong>vai até o dia 26 de janeiro</strong>.</a></p>
<p>Um resumo de alguns dos impactos sociais, ambientais, trabalhistas e sobre populações tradicionais de vários empreendimentos da Vale no Brasil e no Mundo está disponível <a href=" http://www.xinguvivo.org.br/2012/01/08/impactos-de-operacoes-da-vale-no-brasil-e-no-mundo/" target="_blank">no site do Movimento Xingu Vivo para Sempre</a>.</p>
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		<title>Apoie os servidores públicos processados pela TKCSA</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 10:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Justiça Global</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Envie a assinatura de sua organização à moção abaixo para o e-mail &#8221;paretkcsa@asfoc.fiocruz.br&#8221;. (...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Envie a assinatura de sua organização à moção abaixo para o e-mail &#8221;paretkcsa@asfoc.fiocruz.br&#8221;.</p>
<p><strong>Moção de repúdio à TKCSA em solidariedade aos servidores processados no exercício de suas atividades em defesa da saúde em Santa Cruz</strong></p>
<p>A ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA), um dos maiores empreendimentos privados da América Latina, vem trazendo graves impactos socioambientais, com danos à saúde, ao ambiente e à renda dos pescadores e moradores de Santa Cruz, Itaguaí e demais áreas pertencentes à Bacia Hidrográfica da Baía de Sepetiba, localizadas na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Brasil.</p>
<p>Em uma tentativa de intimidação à livre expressão e a imposição de obstáculos às ações e estudos técnico-científicos em andamento, a TKCSA processa, por danos morais, servidores da Fiocruz e da UERJ. Inicialmente contra o pesquisador pneumologista, Hermano Albuquerque de Castro, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), e, mais recentemente, contra o engenheiro sanitarista Alexandre Pessoa Dias, professor-pesquisador da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV), ambas unidades da Fundação Oswaldo Cruz, do Ministério da Saúde, além da bióloga Mônica Cristina Lima, do Hospital Universitário Pedro Ernesto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e membro da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais do RJ (Sintuperj).</p>
<p>As duas últimas ações judiciais se deram após a divulgação do relatório técnico: “Avaliação dos impactos socioambientais e de saúde em Santa Cruz decorrentes da instalação e operação da empresa TKCSA”. O documento tem o objetivo de avaliar as bases técnico-científicas e os dados disponíveis referentes aos impactos à saúde ambiental e humana, visando subsidiar as futuras ações institucionais da Fiocruz na análise do problema e no apoio à implantação de políticas e ações que protejam a saúde da população.</p>
<p>Santa Cruz, onde está situada a TKCSA, é marcada historicamente pela instalação de grandes indústrias com matrizes energéticas e processos produtivos altamente poluidores, a exemplo da falida Ingá Mercantil. A história de violação dos direitos configura um território de exceção, caracterizado pela presença de comunidades de baixa renda, sem infra-estrutura e com déficit de políticas públicas.</p>
<p>O processo de licenciamento do complexo siderúrgico foi marcado por diversos questionamentos. A empresa está atualmente sob investigação da comissão da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro para “apurar possíveis irregularidades e imprevidências do Governo do Estado e do Instituto Estadual do Ambiente (INEA), no processo de concessão de Licenciamento Ambiental referente à implantação da CSA”. Na fase das obras, sofreu embargo e multa por parte do IBAMA, auto de infração do extinto IEF, denúncia do Ministério Público do Trabalho. A empresa sofreu diversas autuações do INEA, através de notificações, autos de infração, autos de constatação, já foi multada duas vezes pelo órgão ambiental e é objeto de diversas ações civis públicas. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro ajuizou duas ações penais imputadas à TKCSA e aos seus gestores técnicos por prática de crimes ambientais. A empresa é alvo de diversas manifestações e de denúncias dos moradores junto à Defensoria Pública do Estado. Apesar disso, o poder econômico e a influência política do empreendimento ainda mantêm a atual violação dos direitos.</p>
<p>A Presidência da Fundação Oswaldo Cruz, em nota publicada em 01/11/2011, afirmou que “a Fiocruz preza entre seus valores centrais, a plena liberdade de expressão individual de seus trabalhadores” e destacou que “a via jurídica escolhida pela empresa para tratar do contraditório presente em questão tão complexa repercute como cerceamento a essa liberdade de expressão e cria constrangimentos para o trabalho institucional de busca de superação dos impasses gerados”. O Conselho Universitário da UERJ aprovou, em dezembro de 2010, uma moção de repúdio à TKCSA. O Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz (ASFOC-SN), a Associação de Docentes da UERJ (Asduerj) e o Sintuperj declararam total apoio aos profissionais processados.</p>
<p>Os movimentos sociais, entidades, instituições, cidadãos brasileiros e estrangeiros que subscrevem esta moção repudiam a ação da TKCSA e se posicionam pela defesa intransigente dos profissionais envolvidos, por entender que eles cumprem seu dever como servidores públicos ao defenderem solidariamente a saúde das populações impactadas, cumprindo demanda institucional e aplicando seus conhecimentos, manifestando-se pelo direito à livre expressão e pela defesa da saúde pública.</p>
<p>Somos Todos Santa Cruz!</p>
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		<title>Artistas se engajam na campanha pelo Xingu, contra Belo Monte</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 21:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mehl</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Movimento Gota d’Água, que reúne diversos atores de novela, divulgou vídeo e lançou campanha pela paralisação da usina e pelo debate sobre o planejamento energético do país]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://global.org.br/wp-content/uploads/2011/11/gotadagua.jpg" rel="shadowbox[post-2559];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-2560" title="gotadagua" src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2011/11/gotadagua.jpg" alt="gotadagua" width="200" height="156" /></a>A luta pela proteção do rio Xingu e de seus povos ganhou hoje um reforço de peso: artistas globais lançaram o vídeo “Gota d’Água+10” em que questionam a construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Com direção de Marcos Prado (“Estamira”, “Ônibus 174” e “Os Carvoeiros”, e é produtor de “Tropa de Elite”), o vídeo traz um elenco de peso, com nomes como Ary Fontoura, Bruno Mazzeo, Carol Castro, Cissa Guimarães, Dira Paes, Elizângela, Eriberto Leão, Ingrid Guimarães, Isis Valverde, Juliana Paes, Letícia Sabatela, Maitê Proença, Malvino Salvador, Marcos Palmeira, Natalia Dill, entre outros.</p>
<p>Veja o vídeo aqui:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kAAdXrdXSpM&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/kAAdXrdXSpM&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>O tema central do vídeo gira em torno da polêmica construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, às margens do rio Xingu, no Pará. Marcado por ilegalidades e graves violações de direitos humanos, o grupo de artistas reforça os questionamentos já apresentados por diversos setores da sociedade – desde ambientalistas, pesquisadores, cientistas, organizações de defesa dos direitos humanos e o Ministério Público Federal.</p>
<p>A iniciativa deu início ao Movimento Gota d’Água (<a href="http://www.movimentogotadagua.com.br/" target="_blank">www.movimentogotadagua.com.br</a>), liderado pelo ator Sérgio Marone e pela jornalista Maria Paula Fernandes. Em sua primeira campanha, o movimento quer envolver a sociedade brasileira na discussão sobre o planejamento energético do Brasil pela análise do que acontece em Belo Monte.</p>
<p>“Nosso movimento surgiu da necessidade de transformar indignação em ação. Queremos mostrar que fazer o bem é um bom negócio e envolver a sociedade brasileiras na discussão das causas que afetam nosso país”, disse Marone.</p>
<p>Para se engajar na luta pela proteção do Xingu, os artistas dão a dica: é só assinar a petição pedindo à presidente Dilma Rousseff a interrupção imediata das obras de Belo Monte e incentivo a políticas alternativas de geração de energia genuinamente limpas e justas – para TODA a população brasileira. Ah, e claro: passe o link para 10 amigos!<a name="133aa699fd149c42__GoBack"></a></p>
<p>Participe – assine a petição aqui:</p>
<p><a href="http://www.movimentogotadagua.com.br/assinatura" target="_blank">http://www.movimentogotadagua.com.br/assinatura</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Xepa é Show! &#8211; Porque a Feira é Livre e o Rio é Rua</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 18:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mehl</dc:creator>
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		<description><![CDATA["A Junta Empresarial que governa o Rio anunciou mais uma brilhante e importante medida: fechar as feiras livres às 13h; radicais defendem cidade 'para todos'"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><a href="http://global.org.br/wp-content/uploads/2011/08/frente.jpg" rel="shadowbox[post-2390];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2391" title="XepaehShow_frente" src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2011/08/frente.jpg" alt="XepaehShow_frente" width="600" height="445" /></a></p>
<p style="text-align: center; "><a href="http://global.org.br/wp-content/uploads/2011/08/panfleto_xepa_verso.jpg" rel="shadowbox[post-2390];player=img;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2392" title="XepaehShow_interno" src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2011/08/panfleto_xepa_verso-724x1024.jpg" alt="XepaehShow_interno" width="600" height="849" /></a></p>
<p style="text-align: center; "><a href="http://global.org.br/wp-content/uploads/2011/08/panfleto_verso-pq1.jpg" rel="shadowbox[post-2390];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2394" title="XepaehShow_verso" src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2011/08/panfleto_verso-pq1.jpg" alt="XepaehShow_verso" width="600" height="445" /></a></p>
<p style="text-align: center; ">
]]></content:encoded>
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		<title>Carta Pública de Apoio à Federalização</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 16:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mehl</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais de 50 personalidades - entre parlamentares, ministros, juristas e intelectuais - assinaram a carta que foi entregue aos ministros da terceira seção do STJ.

--> Você também ainda pode ajudar! Assine a petição online e participe da campanha de cartas enquanto ainda há tempo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">ais de 50 personalidades &#8211; entre parlamentares, ministros, juristas e intelectuais &#8211; assinaram a carta que foi entregue aos ministros da terceira seção do STJ.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8211;&gt; Você também ainda pode ajudar! Assine a petição online e participe da campanha de cartas!</div>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1844" title="Campanha de Cartas" src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2010/08/carta.jpg" alt="Campanha de Cartas" width="259" height="194" /></p>
<p>Mais de 50 personalidades &#8211; entre parlamentares, ministros, juristas e intelectuais &#8211; assinaram a carta que foi entregue aos ministros da terceira seção do STJ. Leia abaixo.</p>
<p align="center"><strong>CARTA PÚBLICA DE APOIO</strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong>Julgamento Favorável ao Incidente de Deslocamento de Competência nº 2</strong></p>
<p align="center"><strong>- Caso Manoel Mattos e grupos de extermínio de PE e PB -</strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p>A afirmação do Estado Democrático de Direito requer respostas eficazes a romper a contínua e destemida ação dos grupos de extermínio, pautada na promíscua aliança de agentes públicos e privados, que institucionaliza a barbárie, alimentando um círculo vicioso de insegurança, violência e ausência de responsabilização destes agentes.</p>
<p>Vimos, por meio da presente carta, declarar publicamente nosso apoio à federalização do caso de assassinato do advogado e defensor de Direitos Humanos Manoel Bezerra de Mattos Neto e de toda situação que circunda essa grave violação. Tal situação é objeto do Incidente de Deslocamento de Competência (IDC) nº 2, o qual se encontra em iminência de julgamento junto ao Superior Tribunal de Justiça.</p>
<p>O Incidente de Deslocamento de Competência é um mecanismo incorporado pela Constituição Federal do Brasil, desde a Emenda Constitucional de nº 45/04, e ainda não efetivado pelas estruturas Judiciais do Estado Brasileiro. Nosso ordenamento jurídico passou a garantir a competência de juízes federais para processar e julgar crimes em que se constatassem graves violações de direitos humanos e a possibilidade de responsabilização internacional decorrente do descumprimento de obrigações assumidas em tratados internacionais.</p>
<p>Acreditamos que o julgamento deste IDC pode representar um marco histórico na defesa dos Direitos Humanos, trazendo para o Estado brasileiro a responsabilidade democrática de apurar e julgar, com presteza e isenção, as graves violações aos mencionados direitos. Para a sociedade Brasileira, é uma resposta de que a impunidade não pode ser regra e o Estado Brasileiro irá utilizar todos os mecanismos democráticos existentes para a efetiva busca de paz social.</p>
<p>O julgamento do IDC é também uma resposta positiva para a comunidade internacional de que o Brasil não só ratifica tratados, mas que também os implementa na busca real de condições dignas de acesso ao Judiciário.</p>
<p>Manoel Mattos desempenhou, em sua história e durante mais de dez anos, uma contundente atuação contra grupos de extermínio existentes na região de fronteira entre os estados de Pernambuco e Paraíba. Em decorrência de seus trabalhos em prol da defesa dos Direitos Humanos, sofreu diversas ameaças, o que culminou com seu assassinato em 24 de janeiro de 2009. Sua morte, longe de compreender isoladamente um mero homicídio, interliga-se a um contexto social de omissão estatal para investigar e responsabilizar organizações criminosas, que ao longo de vários anos têm gerado um clima de insegurança e praticado diversos crimes, cujos números são excessivamente altos.</p>
<p>Os assassinatos têm como foco o extermínio de meninos de rua, supostos marginais, homossexuais e trabalhadores rurais.  As organizações criminosas utilizam a proximidade entre os estados como fator de impunidade.  Demonstrando que os crimes em questão – e, inclusive, o homicídio de Manoel Mattos – encontram-se envolvidos numa complexa rede que ultrapassa em muito os limites das competências estaduais. Indicam ainda que não se tratam de fatos pontuais, mas sim de uma continuada, sistemática e, sobremaneira, grave violação de direitos. Essa realidade motivou uma série de denúncias e vários pedidos nacionais e internacionais de proteção, que nunca foram suficientemente respondidos.</p>
<p>As primeiras solicitações de Medidas Cautelares em caráter de urgência à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos, ocorreram em setembro de 2002, sendo autorizada no mesmo mês, a adoção de medidas cautelares solicitando que o Estado brasileiro concedesse proteção integral a Manoel Mattos e outros beneficiários a ser realizada pela Polícia Federal e ordenou que fosse realizada uma investigação séria e exaustiva para determinar os responsáveis pelas ameaças e atentados.</p>
<p>Após a morte de Manoel Mattos, em janeiro de 2009, as organizações de Direitos Humanos <em>Justiça Global</em> e Dignitatis encaminharam ao Procurador Geral da República um dossiê sobre a atuação dos grupos de extermínio na fronteira entre os dois estados, juntamente com um requerimento de instauração de IDC.</p>
<p>Em 22 de julho de 2010, a CIDH renovou e ampliou as Medidas Cautelares, determinando que a Polícia Federal proteja a promotora de justiça Rosemary Souto Maior de Almeida, a senhora Nair Ávila, mãe de Manoel Mattos, demais familiares, os Deputados Federais Luiz Couto e Fernando Ferro, todos ameaçados em razão das mesmas causas. Nota-se que este caso pode engendrar uma nova condenação do Brasil pelo Sistema Interamericano de Proteção aos Direitos Humanos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Podemos afirmar, deste modo, que os requisitos constitucionais para o deferimento do IDC estão evidentemente presentes neste caso. Além das graves violações de Direitos Humanos, há inquestionável repercussão internacional e relevância nacional. O deslocamento da competência para esfera federal, neste caso em especial, respeita o “princípio da proporcionalidade (adequação, necessidade e proporcionalidade em sentido estrito), compreendido na demonstração concreta de risco de descumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais firmados pelo Brasil.</p>
<p>Importante ressaltar que algumas autoridades competentes – entre eles policiais, delegados e membros do Ministério Público – que corajosamente investigaram a atuação destes grupos, sofreram represálias e ameaças, encontrando-se, portanto em situação de vulnerabilidade para o exercício da atividade policial e jurisdicional.</p>
<p>Essa situação revela de forma emblemática o padrão de violência que acomete toda uma região na divisa entre a Paraíba e Pernambuco, onde estão as cidades de Pedras de Fogo e Itambé, marcada pela atuação de grupos de extermínio compostos por particulares e agentes estatais (policiais civis e militares e agentes penitenciários) e acobertados pela certeza da impunidade.</p>
<p>É de extrema importância que para além da apuração do homicídio de Manoel Mattos o deslocamento da competência estadual para a competência federal seja estendido a apurar e reprimir grupos de extermínio atuantes na divisa dos Estados da Paraíba e Pernambuco em toda sua dimensão, inclusive dos feitos instaurados e arquivados, bem como dos fatos ainda não objeto de qualquer investigação ou ação penal. Não há que se falar em resposta satisfatória da justiça brasileira à morte de Manoel Mattos sem que se promova o desmantelamento destes grupos de extermínio.</p>
<p>Assinam esta Carta</p>
<p>1.      <strong>Flávia Piovesan</strong> &#8211; Doutora em Direito Constitucional e Direitos Humanos e professora da PUC-SP e PUC-PR<strong> </strong></p>
<p>2.      <strong>Dalmo de Abreu Dallari</strong> – Jurista</p>
<p>3.      <strong>Frei Betto </strong>- Religioso, Téologo, Escritor</p>
<p>4.      <strong>Paulo de Tarso Vannuchi</strong> &#8211; Ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República</p>
<p>5.      <strong>Gilda Pereira de Carvalho</strong> &#8211; Subprocuradora Geral da República e Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal;</p>
<p>6.      <strong>Ivana Farina Navarrete Pena</strong> &#8211; Representante do Conselho Nacional de Procuradores Gerais do Ministério Público dos Estados e da União/CNPG</p>
<p>7.      <strong>Rodrigo Pellegrino</strong> &#8211; Secretario Executivo de Justiça e Direitos Humanos do Estado de Pernambuco</p>
<p>8.      <strong>Marília Falcone Gomes Locio</strong> &#8211; Juíza de Direito da Comarca de Itambé/PE</p>
<p>9.      <strong>Rosemary Souto Maior de Almeida </strong>– Promotora de Justiça da Comarca de Itambé/PE</p>
<p>10.  <strong>Fernando Ferro</strong> &#8211; Deputado Federal (PT/PE)</p>
<p>11.  <strong>Luiz Couto</strong> – Deputado Federal (PT/PB)</p>
<p>12.  <strong>James Cavallaro </strong>– Diretor da Clínica de Direitos Humanos e Professor da Faculdade de Direito da Universidade de Harvard</p>
<p>13.  <strong>Paulo Roberto Martins Maldos</strong> &#8211; Assessor Especial  no Gabinete Pessoal do Presidente da República</p>
<p>14.  <strong>Roberto Caldas</strong> – Advogado</p>
<p>15.  <strong>Luciano Oliveira</strong> &#8211; Pós-doutor e doutor em Sociologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, professor da Faculdade de Direito da UFPE</p>
<p>16.  <strong>Lena Vânia Carneiro Peres</strong> – Subsecretária da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República</p>
<p>17.  <strong>Edgar Flexa Ribeiro</strong> &#8211; Presidente da Associação Brasileira de Educação;</p>
<p>18.  <strong>Enoque Feitosa Sobreira Filho</strong> &#8211; Advogado, Mestre e Doutor em Direito; Doutor em Filosofia &#8211; Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Jurídicas / Universidade Federal da Paraíba</p>
<p>19.  <strong>Giuseppe Tosi</strong> &#8211; Doutor em Dottorato di Ricerca in Filosofia pelo Universitá degli Studi di Padova, Itália, Professor da Universidade Federal da Paraíba</p>
<p>20.  <strong>Oscar Vilhena Vieira </strong>– Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Direitos Humanos da Fundação Getúlio Vargas e Diretor Jurídico da CONECTAS Direitos Humanos</p>
<p><em>21. </em><strong>Marcos Roberto</strong> <em>Fuchs – </em><em>Diretor Executivo do Instituto Pro Bono de São Paulo</em><em> </em></p>
<p>22.  <strong>Fátima Rodrigues</strong> &#8211; Presidente da Comissão de Direitos Humanos da  Universidade Federal da Paraíba e Pesquisadora do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos &#8211; NCDH; Departamento de Geografia e Programa de Pós-Graduação em Geografia</p>
<p>23.  <strong>Salo de Carvalho</strong> &#8211; Doutor em Direito (UFPR), Professor do Depto de Ciências Penais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul</p>
<p>24.  <strong>Fernando Santana Richa</strong> &#8211; Professor de Direito Penal da Universidade Federal da Paraíba</p>
<p>25.  <strong>Cecília Coimbra</strong> &#8211; Pós-doutora e doutora em psicologia escolar pela USP; professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) e Presidente do Grupo Tortura Nunca Mais/RJ</p>
<p>26.  <strong>João Ricardo W. Dornelles</strong> &#8211; Professor do Programa de Pós-graduação em Direito da PUC-Rio &#8211; (Mestrado e Doutorado) e Coordenador-Geral do Núcleo de Direitos Humanos da PUC-Rio.</p>
<p>27.  <strong>Márcia Nina Bernardes</strong> &#8211; Coordenadora Adjunta de Graduação &#8211; Departamento de Direito da PUC-Rio</p>
<p>28.  <strong>José Carlos Moreira da Silva Filho</strong> &#8211; Professor do Programa de Pós Graduação em Ciências Criminais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUC/RS.</p>
<p>29.  <strong>Fermino Fechio</strong> &#8211; Ouvidor Nacional dos Direitos Humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República</p>
<p>30.  <strong>Fernando Antonio dos Santos Matos</strong> &#8211; Diretor de Defesa dos Direitos Humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República</p>
<p>31.  <strong>Antonio Marcos Guerreiro Salmeirão</strong> &#8211; Procurador Geral da Fundação Nacional do Índio/FUNAI</p>
<p>32.  <strong>Nadja Furtado Bortolotti</strong> &#8211; CEDECA/CE;</p>
<p>33.  <strong>Sérgio Luís de B. Soares Araújo</strong> &#8211; Defensor Público da União;</p>
<p>34.  <strong>Paulo Augusto O. Irion</strong> – Juiz de Direito da 4ª Vara Criminal de Canoas/RS</p>
<p>35.  <strong>Paulo E. Aguilar da Silva</strong> – Delegado da Polícia Federal.</p>
<p>36.  <strong>João Maurício Adeodato</strong> –  Professor da UFPE</p>
<p>37.  <strong>Antônio Carlos Wolkmer</strong> &#8211; Doutor em direito pela UFSC, professor titular da UFSC</p>
<p>38.  <strong>Sérgio Lessa &#8211; </strong>Doutor em ciências sociais pela UNICAMP, professor da UFAL</p>
<p>39.  <strong>Márcia Camargo</strong> &#8211; Doutora em história pela USP, escritora e jornalista</p>
<p>40.  <strong>Adelaide Maria Gonçalves</strong> &#8211; Pós-doutora pela Universidade de Coimbra, doutora em história pela UFSC, professora da UFC</p>
<p>41.  <strong>Maria Victória Benevides</strong> &#8211; Doutora em sociologia pela Universidade de São Paulo,  professora da USP;</p>
<p>42.  <strong>Heloísa Fernandes</strong> &#8211; Pós-doutora e doutora em sociologia pela Universidade de São Paulo, professora aposentada da USP</p>
<p>43.  <strong>Paulo Eduardo Arantes</strong> &#8211; Doutor em filosofia pela Université de Paris X, professor aposentado da USP;</p>
<p>44.  <strong>Otília Beatriz Fiori Arantes</strong> &#8211; Doutora em filosofia pela Université de Paris I (Pantheón – Sorbonne), professora aposentada da USP;</p>
<p>45.  <strong>Carlos Walter Porto-Gonçalves</strong> &#8211; Doutor em geografia pela Universidade Federal Fluminense, professor da UFF;</p>
<p>46.  <strong>Alder Júlio Ferreira Calado</strong> &#8211; Doutor em Anthropologie et Sociologie du Politique &#8211; Université de Paris VIII</p>
<p>47.  <strong>Virgínia Fontes</strong> &#8211; Doutora em filosofia pela Univerité de Paris X, professora da Uniersidade Federal Fluminense</p>
<p>48.  <strong>Luiz Fernando Marrey Moncau</strong> – Advogado</p>
<p>49.  <strong>Jose Ribas Vieira</strong> &#8211; Professor de Direito da PUC-Rio e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro</p>
<p>50.  <strong>Junya Rodrigues Barletta</strong> &#8211; Professora Assistente da FND/UFRJ; Doutoranda &#8211; PUC-Rio</p>
<p>51.  <strong>André Luiz Cunha</strong> &#8211; Diretor de Políticas Penitenciárias do Departamento Penitenciário Nacional</p>
<h2>&#8211;&gt; Você também ainda pode ajudar!</h2>
<h2></h2>
<h2>Assine a <a href="http://www.petitiononline.com/dignitat/petition.html">petição online</a> e <a href="http://global.org.br/programas/urgente-campanha-de-cartas-pela-federalizacao-manoel-mattos-e-grupos-de-exterminio-de-pe-e-pb/">participe da campanha de cartas</a> enquanto ainda há tempo!</h2>
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		<item>
		<title>URGENTE: Campanha de Cartas pela Federalização &#8211; Manoel Mattos e grupos de extermínio em PE e PB</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 19:03:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mehl</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A federalização pode ser o primeiro passo para que os grupos de extermínio da região sejam desarticulados. A manifestação das organizações da sociedade civil é muito importante! 

ASSINE E ENCAMINHE A CARTA AO STJ!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong> </strong></p>
<p>No próximo dia  <strong><span style="text-decoration: underline;">25 de agosto</span></strong>, <strong>quarta-feira</strong>, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgará o pedido de <strong>FEDERALIZAÇÃO </strong>do assassinato do advogado <strong>MANOEL MATTOS</strong> e de cerca de 200 outros casos envolvendo <strong>GRUPOS DE EXTERMÍNIO</strong> que atuam na fronteira entre Pernambuco e Paraíba.</p>
<p>Formados em grande parte por agentes do estado &#8211; com participação de delegados, magistrados e políticos &#8211; estes grupos seguem atuando livremente na região. O deferimento da federalização garantirá maior <strong>imparcialidade na investigação e no julgamento</strong> das cerca de <strong>200 mortes</strong> causadas em menos de dez anos. A competência da investigação, do julgamento e de outros processamentos judiciais seria deslocada das autoridades locais para a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Justiça Federal.</p>
<p>Este pode ser o primeiro passo para que finalmente estes grupos sejam desarticulados e para que seus integrantes sejam responsabilizados. Mas para que isso aconteça, <strong><span style="text-decoration: underline;">é muito importante que as organizações da sociedade civil se manifestem</span></strong>.</p>
<p style="text-align: center;">
<h2 style="text-align: center;"><strong>Abaixo está um modelo de carta para ser enviada aos ministros do STJ. </strong></h2>
<h2 style="text-align: center;"><strong> Assine e encaminhe para:</strong></h2>
<p align="center">
<h6 style="text-align: center;"><strong>presidencia@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>vice.presidencia@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.laurita.vaz@stj.jus.br; </strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.felix.fischer@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.teori.zavascki@stj.gov.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.nilson.naves@stj.jus.br ;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.gilson.dipp@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.eliana.calmon@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.joao.otavio@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.aripargendler@stj.gov.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.arnaldo.lima@stj.gov.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.eliana.calmon@stj.gov.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.nancy.andrighi@stj.gov.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.cesar.rocha@stj.gov.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.castro.meira@stj.gov.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.min.campbellmarques@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.paulo.medina@stj.gov.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.humberto.martins@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.maria.thereza@stj.jus.br; </strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.napoleao.maia@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gab.luis.f.salomao@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>samueloliveira@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>juliana.mendes@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>sidneibeneti@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gmjm@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>tereza.braga@stj.gov.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>priscila.diniz@stj.gov.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>csampaio@stj.gov.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>gmmu@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>secretaria.gmog@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>convitesfux@stj.gov.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>secretaria.hb@stj.jus.br</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>dpu@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>cerimonial@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>secretaria.jurisprudencia@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>processo@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>informacao.processual@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>protocolo.judicial@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>arquivo.geral@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>biblioteca@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>cpl@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>imprensa@stj.jus.br;</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>controle.interno@stj.jus.br</strong></h6>
<p><strong>______________________________________________________</strong></p>
<p><strong>&#8211; Conheça o caso &#8211; <a href="../../../../../programas/um-ano-da-morte-de-manoel-mattos/" target="_blank">CLIQUE AQUI</a></strong><br />
<strong>&#8211; Entenda os argumentos jurídicos para a federalização</strong> &#8211; <strong><a href="../../../../../programas/a-federalizacao-do-caso-manoel-mattos/" target="_blank">CLIQUE AQUI</a><br />
______________________________________________________<br />
</strong></p>
<p align="center"><strong>Carta aos ministros do Superior Tribunal de Justiça</strong></p>
<p align="center">
<p>Exmo(a). Ministro(a),</p>
<p><span style="color: #ff0000;">[A presente organização]</span> vem, através dessa carta, manifestar o seu amplo apoio ao deferimento do pedido de <strong>Incidente de Deslocamento de Competência nº 2 &#8211; DF (2009/0121262-6)</strong>, que tramita neste tribunal.</p>
<p>O processo é referente à federalização da investigação e do processamento judicial do assassinato do defensor de direitos humanos Manoel Mattos e de cerca de 200 outros casos de mortes atribuídas à atuação de grupos de extermínio na região fronteiriça entre Pernambuco e Paraíba. São casos emblemáticos de violações de direitos humanos que cumprem todos os requisitos para a federalização e que, portanto, devem receber uma resposta efetiva do Estado brasileiro.</p>
<p>O deferimento do IDC será decisivo para que se faça uma investigação completa e imparcial dos grupos de extermínio que atuam na região de forma integrada e sistemática.  Acreditamos que o assassinato de Manoel Mattos só pode ser entendido a partir da investigação destes grupos e do envolvimento direto de agentes estatais na articulação, no financiamento e na execução de crimes nos estados de Pernambuco e Paraíba.</p>
<p>Nesse sentido, reforçamos a necessidade de que sejam federalizados todos os casos que são objeto do IDC, e não apenas a execução de Manoel Mattos. A apuração isenta desses crimes seria o primeiro passo para a desarticulação de fato das redes criminosas e a responsabilização dos envolvidos. Lembramos que os próprios estados da Paraíba e Pernambuco já declararam publicamente serem favoráveis ao IDC nesses termos.</p>
<p>A federalização pode significar o fim de grupos criminosos que dominam espaços públicos de poder há décadas.  Para nós, a luta e as denúncias de Manoel Mattos não podem ser silenciadas com o seu assassinato.</p>
<p align="center"><span style="color: #ff0000;">[cidade]</span>, <span style="color: #ff0000;">[XX]</span> de Agosto de 2010.</p>
<p align="center">
<p align="center">Atenciosamente,</p>
<p align="center">
<p align="center"><span style="color: #ff0000;">[XXXXXXXXXXXXXX]</span></p>
<p align="center"><span style="color: #000000;">_________________________________________________</span></p>
<p align="center"><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p align="center"><span style="color: #ff0000;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Carta Aberta ao Congresso contra a PEC 308/2004</title>
		<link>http://global.org.br/programas/carta-aberta-ao-congresso-contra-a-pec-3082004/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 16:58:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mehl</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A criação de uma Polícia Penal agravaria a falta de transparência e controle externo do sistema prisional, resultando na piora de problemas endêmicos de corrupção, violência e violação de direitos. 

LEIA E ASSINE A CARTA!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">
<p style="text-align: center;">
<p align="right">
<p align="right">16 de agosto de 2010</p>
<p><strong>Câmara/Senado Federal</strong></p>
<p><strong>Praça dos Três Poderes</strong></p>
<p><strong>Brasília – DF</strong></p>
<p>Excelentíssimos Senhores Deputados e Senadores,</p>
<p>Nós, organizações da sociedade civil brasileira abaixo assinadas, viemos nos manifestar contra a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 308/2004 que cria a Polícia Penal.  As vantagens de uma emenda constitucional podem parecer cativantes, pois o servidor penitenciário, que hoje vive à mercê da administração e legislação estaduais, passaria a receber reconhecimento e regulamentação em âmbito nacional. Embora seja importante a regulamentação nacional do salário, carga horária e de outras condições de trabalho dos servidores do sistema prisional brasileiro, tal reforma pode e deve ser implementada sem que seja criado mais um órgão policial. Uma Polícia Penal possuiria um conflito de interesse permanente entre os deveres de custodiar presos e investigar crimes, uma fusão de atribuições já reconhecida como problemática dentro do consenso nacional pelo fechamento das carceragens das delegacias da polícia civil.  Portanto, a instituição de uma polícia penal implicaria ainda menos transparência e controle externo em um sistema prisional que já sofre de problemas endêmicos de corrupção, violência e violação de direitos.</p>
<p><strong>O dever de custodiar não combina com o dever de investigar. </strong>Na proposta de uma Polícia Penal, servidores encarregados das funções de custódia solicitam poderes de polícia, incluindo a investigação de crimes praticados no interior de suas próprias unidades prisionais.  Porém, existe hoje um consenso nacional sobre a necessidade de fechar as carceragens das delegacias da polícia civil dada justamente à incompatibilidade entre os deveres de custódia e investigação.  A existência de carceragens da polícia civil implica um evidente conflito de interesses e atribuições: nesses locais, quem tem o dever de custódia está simultaneamente encarregado de investigar delitos, muitos dos quais praticados por policiais ou presos no interior das próprias carceragens. Mas enquanto delegados de polícia reivindicam com razão a separação das atribuições de polícia e de custódia, agentes penitenciários clamam hoje pela junção dessas mesmas funções. Essa sobreposição das funções de polícia às de custódia também seria contrária a normas internacionais que buscam diferenciar e separar as funções de custódia das de polícia.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A criação de uma Polícia Penal agravaria a falta de transparência e controle externo do sistema prisional, resultando na piora de problemas endêmicos de corrupção, violência e violação de direitos. </strong>Durante décadas, a notória falta de transparência e a ausência de controle externo do sistema têm sido identificadas pela sociedade civil, por autoridades públicas brasileiras e por organismos internacionais — tais como por representantes da ONU (Organização das Nações Unidas), da OEA, membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Carcerária e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) — como falhas essenciais que permitem e promovem a permanência da tortura, do descontrole e outras irregularidades.  Por tender a atribuir funções de investigação criminal aos servidores do sistema prisional, a criação de uma Polícia Penal agravaria a natureza fechada e corporativista do sistema prisional brasileiro.</p>
<p><strong>A melhoria das condições de trabalho dos servidores penitenciários não depende da criação de uma Polícia Penal. </strong>De fato, reformas para melhorar as condições de trabalho e de segurança dos servidores penitenciários precisam ser implementadas.  Mas essas medidas podem e devem ser construídas através da implantação de um plano de cargos e salários em âmbito nacional, sem a necessidade de criação de um novo órgão policial. Na verdade, tornar o servidor penitenciário um policial por si só não resolve os problemas funcionais enfrentados.  A grande maioria dos policiais brasileiros também recebe péssimos salários e é submetida a condições precárias de trabalho, como reconhecido pelo Relator Especial das Nações Unidas (ONU), Philip Alston, em 2008.</p>
<p><strong>O Brasil não precisa de mais uma polícia. </strong>As atribuições policiais de uma Polícia Penal seriam redundantes às funções das polícias civil e militar.  Logo após a Constituição de 1988, debateu-se a possível unificação e desmilitarização das polícias, a fim de livrar o Brasil de um modelo institucional antiquado e vinculado às violações da ditadura militar.  Hoje, em enorme retrocesso, não só não se unificaram as polícias como agora se debate a criação de <span style="text-decoration: underline;">mais uma,</span> o que aumentaria a fragmentação da política de segurança pública e a confusão de funções e comunicações no Estado.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> Pelas razões acima expostas, solicitamos a Vossas Excelências a não aprovação da PEC 308/2004.</strong></p>
<p align="center">Respeitosamente,</p>
<p align="center"><strong>JUSTIÇA GLOBAL</strong></p>
<p align="center"><strong>PASTORAL CARCERÁRIA</strong></p>
<p align="center"><strong><br />
</strong></p>
<p align="center">
<p align="center">ASSINE ESTA NOTA ANTES QUE A PEC 308/2004 SEJA VOTADA NA CÂMARA, AINDA ESTA SEMANA!</p>
<h3 style="text-align: center;">ENVIE A ASSINATURA DE SUA ORGANIZAÇÃO PARA POLICIAPENALNAO@GLOBAL.ORG.BR</h3>
<p align="center">NÃO ESQUEÇA DE COLOCAR OS CONTATOS CORRETOS.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Movimentos lançam campanha pela integralidade e implementação do PNDH-3</title>
		<link>http://global.org.br/programas/movimentos-lancam-campanha-pela-integralidade-e-implementacao-do-pndh-3/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 21:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mehl</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Defensores de Direitos Humanos]]></category>
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		<description><![CDATA[Entidades lançam campanha nacional de defesa e implementação do PNDH3 e divulgam nota exigindo a revogação do decreto presidencial que altera programa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em><strong><a href="http://global.org.br/wp-content/uploads/2010/05/pndh.jpg" rel="shadowbox[post-1526];player=img;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1527" title="pndh" src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2010/05/pndh-150x150.jpg" alt="pndh" width="150" height="150" /></a>Entidades da sociedade civil e movimentos populares divulgam manifesto  de lançamento de campanha nacional para mobilizar a sociedade na defesa e  implementação do Programa Nacional de Direitos Humanos 3.<br />
Elas exigem a revogação do decreto presidencial que altera o PNDH-3.</strong></em></p>
<p><em><br />
</em>Organizações da sociedade civil e movimentos populares lançam nesta quinta-feira (20/05) uma campanha nacional em defesa da integralidade e  pela implementação do Programa Nacional de Direitos Humanos 3, conforme  publicado no decreto 7037, de 21 de dezembro de 2009. Para os integrantes da  campanha, o PNDH-3 é resultado de  um amplo processo participativo, que articula múltiplas agendas e ações programáticas que expressam o  conjunto dos direitos humanos, e traduz os preceitos consagrados na Constituição  Federal de 1988, comprometendo os agentes públicos e as instituições do Estado com a efetivação de ações para garantir esses direitos.</p>
<p>Por isso, pedem a revogação imediata do  Decreto nº 7.177, de 13/05/2010, em respeito ao processo democrático e  participativo de construção do PNDH-3. E também a  instalação do Comitê de Acompanhamento e Monitoramento do PNDH-3,  com ampla participação da sociedade civil.</p>
<p>Desde que foi lançado, em dezembro de  2009, o PNDH-3 vem sofrendo duros  ataques de setores conservadores da sociedade – sobretudo a igreja, os proprietários dos grandes meios de comunicação, setores antidemocráticos do Exército e latifundiários.  Esses segmentos não reconhecem o processo de construção participativa que  resultou no Programa Nacional de Direitos Humanos e pressionaram o governo federal  por mudanças em sua redação. Na última semana, o governo cedeu às pressões e  recuou em algumas ações e diretrizes do PNDH-3.<br />
A campanha se soma a uma série de iniciativa estaduais já em curso  propõe a criação de comitês municipais e estaduais comprometidos com a defesa do PNDH-3 e de sua implementação. As organizações  envolvidas também pretendem capacitar lideranças sociais e públicas para a  compreensão do PNDH-3 e para a  defesa de sua implementação, além de propor debates em instituições educacionais e públicas.<br />
Como forma de fazer frente aos ataques conservadores, a campanha também produzirá e veiculará informações sobre o PNDH-3.  Outra recomendação é para que Estados e Municípios que já tem um Programa de  Direitos Humanos expressem publicamente sua adesão ao PNDH-3  e se comprometam com atualização e/ou instituição de programas equivalente  nas respectivas esferas administrativas.<br />
Leia abaixo a íntegra do manifesto de lançamento da Campanha Nacional.  Adesões podem ser feitas via site da iniciativa: <a href="http://www.jaiminho.com.br/e/link.php?URL=aHR0cDovL3d3dy5wbmRoMy5jb20uYnIv&amp;Name=&amp;EncryptedMemberID=MjY2ODk3ODMxMg%3D%3D&amp;CampaignID=1096&amp;CampaignStatisticsID=813&amp;Demo=0&amp;Email=Y29vcmQud2xzYUB0cm9waWNhbC5jby5teg==" target="_blank">www.pndh3.com.br</a></p>
<p><strong>Mais informações para a imprensa: Bia Barbosa – Intervozes: (11)  8151-0046</strong></p>
<p align="center"><strong>MANIFESTO NACIONAL</strong></p>
<p align="center"><strong>CAMPANHA PELA  INTEGRALIDADE E IMPLEMENTAÇÃO DO PNDH-3</strong></p>
<p>Nós, organizações sociais, movimentos sociais, sindicatos, redes e  outras da sociedade civil brasileira, historicamente comprometidas com a promoção  dos direitos humanos, manifestamos publicamente nossa posição sobre o  Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3).  Entendemos que:</p>
<p>1. O PNDH-3 é resultado de amplo  processo participativo. Resultou das diretrizes aprovadas na 11ª Conferência  Nacional de Direitos Humanos, realizada em dezembro de 2008, e na sistematização de resoluções de mais de 50 conferências nacionais sobre diversos temas. A participação direta da população, das organizações sociais e populares,  dos gestores públicos das três esferas de governo, dos legislativos e de  setores do judiciário na construção de propostas de políticas públicas é um grande  avanço consagrado na Constituição Federal de 1988. Múltiplos agentes e agendas  estão articulados no PNDH-3, cuja marca  é, acima de tudo, a convergência e expressa a participação efetiva da pluralidade e da  diversidade.</p>
<p>2. O PNDH-3 traduz de  consistente a transversalidade, a indivisibilidade e a interdependência dos direitos humanos. Articula diretrizes, objetivos estratégicos e ações programáticas em seis eixos estratégicos que expressam o conjunto dos direitos humanos, atendendo ao recomendado pela II Conferência Mundial de Direitos Humanos (Viena,  1993). Neste sentido, constitui-se num avanço de formulação em relação às duas primeiras versões do PNDH (de 1996 e  de 2002).</p>
<p>3. O PNDH-3 dá visibilidade aos  diversos sujeitos de direitos humanos. Reconhece que os sujeitos de direitos, em sua  diversidade e multidimensionalidade são os verdadeiros agentes da formulação e também  os destinatários prioritários das ações de direitos humanos. O  reconhecimento da diversidade e da pluralidade dos sujeitos se traduz em propostas de ação  que têm no fortalecimento desses mesmos sujeitos o caminho central para a efetivação dos direitos humanos.</p>
<p>4. O PNDH-3 traduz os preceitos  consagrados na Constituição Federal de 1988 e assume os compromissos internacionais com  a realização dos direitos humanos. O PNDH-3  compromete os agentes públicos e as instituições do Estado, respeitando a  independência republicana dos poderes, com a efetivação de ações para efetivar os  direitos humanos, dando um passo à frente para que os direitos humanos tenham  força programática e possam se traduzir em ações efetivas dos órgãos públicos  que possam ser amplamente monitoradas pela sociedade.</p>
<p>5. O PNDH-3 carrega uma  concepção contemporânea de direitos humanos que se opõe aos conservadorismos e às compreensões  restritas e restritivas de direitos humanos. Estas concepções ainda estão fortemente presentes na sociedade brasileira e se manifestaram de forma contundente  na reação de setores conservadores que tem publicamente se dito contrários  ao PNDH-3. Por isso, a defesa do PNDH-3 é também a defesa de uma compreensão ampla e que abre espaço para os  sujeitos populares e sua cada vez mais inclusão nos processos de luta e de reconhecimento dos direitos humanos.</p>
<p>6. O PNDH-3 é instrumento de  política pública Apresenta várias propostas de ações programáticas que incidem sobre os  diversos temas da política pública, propõe-se a ser de Estado, mais do que de  governo. Por isso, induz processos que deverão se traduzir em previsões  orçamentárias, em indicadores de monitoramento e, acima de tudo, em dinâmicas  permanentes de participação e de controle social público com ampla participação da  sociedade civil. Neste sentido, o PNDH-3 abre  caminho para que sejam implementados avanços na perspectiva de um Sistema Nacional de  Direitos Humanos, na linha do que aprovou a IX Conferência Nacional de Direitos  Humanos (2004).</p>
<p>7. O PNDH-3 é processo em  construção. Boa parte das proposições nele contidas demandam debate, processos legislativos,  iniciativas judiciais e implementação de políticas públicas. Como se pretende  decenal, está aberto à definição de prioridades que haverão de se traduzir em Plano  Bienais a serem incorporados aos diversos instrumentos de planejamento da ação e  do financiamento do Estado. Também convoca as unidades federadas a  participar do processo aderindo ao PNDH-3 e,  sobretudo, atualizando e/ou instituindo Programas Estaduais e Municipais de Direitos Humanos.</p>
<p>Desta forma, manifestamos nossa oposição frontal às seguintes  medidas, concretizadas após a publicação do PNDH-3  em dezembro de 2009:</p>
<p>1. O Decreto nº 7.177, assinado pelo Presidente Lula e pelo Ministro  Paulo Vannuchi, e publicado em 13/05/2010 que altera vários pontos do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3)  originalmente publicado em dezembro de 2009, por ter sido feito sem o devido respeito  ao processo democrático e participativo.</p>
<p>2. O Projeto de Decreto Legislativo nº 16, de 10/02/2010, apresentado  pelo Líder do PSDB no Senado Federal, Senador Arthur Virgílio, que susta os  efeitos do Decreto que instituiu o PNDH-3,  rejeitando o argumento de que o PNDH-3 é eleitoreiro e  lembrando que, se o PNDH-3 foi  publicado há oito meses da eleição presidencial, o PNDH-2, obra do governo FHC, foi publicado há  cinco meses da eleição e nem por isso foi compreendido como eleitoreiro.</p>
<p>3. Os Projetos de Decreto Legislativo que tramitam na Câmara dos  Deputados: nº 2386, 2397, 2398 e 2399/2010, do deputado Antônio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), nº 2550/2010, do deputado Moreira Mendes (PPS-RO) e nº  2552/2010, do deputado Luiz Carlos Heinze (PP-RS), por não respeitarem o processo  democrático participativo de construção do PNDH-3  e a autonomia do Poder Executivo para legislar sobre temas programáticos.</p>
<p>Pelos motivos acima expressos, lançaremos uma CAMPANHA NACIONAL que  visa mobilizar a sociedade brasileira na defesa e implementação do PNDH-3. Por isso, cobramos do governo federal :</p>
<p>1. A revogação do Decreto nº 7.177, de 13/05/2010, em respeito ao  processo democrático e participativo de construção do PNDH-3.</p>
<p>2. Imediata instalação do Comitê de Acompanhamento e Monitoramento do  PNDH-3 com ampla participação da  sociedade civil para viabilizar o previsto no artigo 4º do Decreto que instituiu o PNDH-3.</p>
<p>3. Abertura de processo público e participativo para a elaboração do primeiro Plano Bienal previsto no artigo 3º do Decreto que instituiu o PNDH-3.</p>
<p>4. Aprovação do Projeto de Lei que cria o novo Conselho Nacional de  Direitos Humanos (CNDH) em tramitação no Congresso Nacional, e sua instalação a  fim de que seja efetivado o espaço público de participação e controle social da política nacional de direitos humanos.</p>
<p>A fim de ampliar a base de apoio e a dinâmica de organização da  Campanha, propomos que as organizações que a apóiam promovam atividades no sentido  de:</p>
<p>1. Proposição para que Estados e Municípios que já tem Programa de  Direitos Humanos expressem publicamente sua adesão ao PNDH-3  e se comprometam com atualização e/ou instituição de Programas nas  respectivas esferas administrativas.</p>
<p>2. Criação de Comitês que reúnam diversos agentes sociais e públicos comprometidos com a defesa do PNDH-3  e de sua implementação a fim de se constituir em espaços de mobilização da  sociedade brasileira e de ampliação e capilarização dos propósitos da Campanha  Nacional.</p>
<p>3. Promoção da informação sobre o PNDH-3  através de diversos meios a fim de alertar a sociedade sobre a importância do PNDH-3 e da defesa de sua integralidade e da  exigência de sua implementação, como forma de fazer frente aos ataques conservadores.</p>
<p>4. Realização de ações de capacitação de lideranças sociais e  públicas para a compreensão do PNDH-3 e para a  defesa de sua implementação através de processos de educação social e de educação popular, além de  propor debates em instituições educacionais e em diversos espaços e  instituições públicas.</p>
<p>Para realizar o que aqui expressam, as organizações promotoras da  CAMPANHA NACIONAL se comprometem a mobilizar esforços e a construir um amplo  processo de convergência de agendas e de ações de tal maneira a efetivar os  objetivos e as ações aqui propostas. <strong>Para aderir à campanha, visite <a href="http://www.jaiminho.com.br/e/link.php?URL=aHR0cDovL3d3dy5wbmRoMy5jb20uYnIv&amp;Name=&amp;EncryptedMemberID=MjY2ODk3ODMxMg%3D%3D&amp;CampaignID=1096&amp;CampaignStatisticsID=813&amp;Demo=0&amp;Email=Y29vcmQud2xzYUB0cm9waWNhbC5jby5teg==" target="_blank">www.pndh3.com.br</a></strong></p>
<p>Brasília, 20 de maio de 2010.</p>
<p><strong>CAMPANHA NACIONAL PELA INTEGRALIDADE E IMPLEMENTAÇÃO DO PNDH-3<br />
</strong><em>ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais,  Travestis e Transexuais); ABONG (Associação Brasileira de ONGs); AMB (Articulação de Mulheres Brasileiras); CEN (Coletivo de Entidades Negras), CFEMEA –  Centro Feminista de Estudos e Assessoria, Comunidade Bahá’í do Brasil; Fala  Preta – Organização de Mulheres Negras; FENDH (Fórum de Entidades Nacionais de  Direitos Humanos); INESC; Intervozes; <em>Justiça Global</em>; MNDH (Movimento Nacional de Direitos Humanos); Processo de Articulação e Diálogo entre Agências  Ecumênicas Européias e Parceiros Brasileiros; Plataforma DHESCA Brasil; Relatoria  Nacional para o Direito Humano à Terra, Território e Alimentação; Rede Feminista  de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos; Terra de Direitos.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Organizações promovem campanha de solidariedade ao Haiti</title>
		<link>http://global.org.br/arquivo/organizacoes-promovem-campanha-de-solidariedade-ao-haiti/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 16:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mehl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Campanhas e Ações Urgentes]]></category>
		<category><![CDATA[doações]]></category>
		<category><![CDATA[Haiti]]></category>
		<category><![CDATA[PAPDA]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Jubileu Sul]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>

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		<description><![CDATA[A Rede Jubileu Sul, em parceria com a Assembléia Popular Nacional, o Grito dos Excluídos Continental e outras organizações, propõe a cooperação com a Plataforma Haitiana para o Desenvolvimento Alternativo (PAPDA), que reúne movimentos sociais no Haiti.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diante das notícias de destruição que chegam do Haiti, cresce a preocupação e a indignação de organizações e movimentos sociais brasileiros diante da militarização da ajuda humanitária no país.</p>
<p>Neste sentido, a Rede Jubileu Sul, em parceria com a Assembléia Popular Nacional, o Grito dos Excluídos Continental e outras organizações, propõe a cooperação com a Plataforma Haitiana para o Desenvolvimento Alternativo (PAPDA), que reúne movimentos sociais no Haiti.</p>
<p>A proposta é adotar a PAPDA (www.papda.org) como receptora dos recursos financeiros do Brasil para a ajuda ao povo haitiano. É urgente toda solidariedade a este pequeno país da América Central. Para uma recuperação a longo prazo, também é urgente que as organizações e movimentos sociais do Haiti possam voltar às suas funções operativas.</p>
<p>A nossa solidariedade é necessária para que os haitianos consigam se organizar, antecipando interesses imperialistas nas propostas de reconstrução do país. Essa ajuda humanitária visa, de maneira livre e soberana, superar a atual situação. Sua doação será fundamental aos que sempre trabalharam pela libertação do Haiti.</p>
<p>Para contribuir, deposite qualquer valor na seguinte conta:</p>
<p><strong>Banco do Brasil (001)</strong></p>
<p><strong>Agência 3687-0</strong></p>
<p><strong>Conta Corrente: 283.104-X.</strong></p>
<p>Se desejar registro, envie uma mensagem com o comprovante para: jubileubrasil@terra.com.br e assembleiapopular@terra.com.br. Ou pelo fax: (11) 3105-9702.</p>
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		<title>Ação urgente: Apoio aos Quilombolas &#8211; Contra reformulação da IN 20/2005</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 19:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mehl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas e Ações Urgentes]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Econômicos, Sociais e Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[demarcação de terras]]></category>
		<category><![CDATA[quilombola]]></category>
		<category><![CDATA[resistência]]></category>
		<category><![CDATA[terra e território]]></category>
		<category><![CDATA[titulação de terras]]></category>

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		<description><![CDATA[Companheiros e Companheiras,
Solicitamos sua manifestação urgente junto ao governo federal a fim de que seja sustado o processo de mudança da Instrução Normativa Incra 20/2005 que regulamenta o procedimento administrativo para titulação dos territórios quilombolas. (...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Companheiros e Companheiras,</p>
<p>Solicitamos sua manifestação urgente junto ao governo federal a fim de que seja sustado o processo de mudança da Instrução Normativa Incra 20/2005 que regulamenta o procedimento administrativo para titulação dos territórios quilombolas.</p>
<p>A Advocacia Geral da União acaba de divulgar a minuta da nova instrução que pretende que seja submetida à &#8220;consulta pública&#8221;, em Brasília, nos dias 10 e 17 de dezembro.</p>
<p>A aprovação da nova instrução normativa significará um  recuo do governo brasileiro no reconhecimento dos direitos das comunidades quilombolas já assegurados pela Constituição Federal. Tal mudança  atende, em grande parte, aos interesses do setor ruralista e de algumas corporações transnacionais.  Estes setores têm, inclusive, divulgado dados que não correspondem a realidade onde afirmam, por exemplo, que os quilombolas reivindicam 25% do território brasileiro e que as terras seriam tomadas de fazendeiros e empresas sem o devido processo de desapropriação.</p>
<p>A nova instrução inviabiliza na prática a titulação das terras de quilombo ao instituir uma série de novos entraves burocráticos no procedimento administrativo, como estudos extensos, dispendiosos e demorados, e maior espaço para as contestações de terceiros.</p>
<p>A chamada &#8220;consulta&#8221;, convocada de última hora pela Advocacia Geral da União, não se configura como um verdadeiro processo participativo e democrático. Os quilombolas estão sendo convocados no final do processo de revisão da instrução que se desenrola há pelo menos dois meses apenas para referendar um texto já acabado.</p>
<p>Segue abaixo uma sugestão de mensagem a ser enviada para a Casa Civil, a Advocacia Geral da União e ao Incra. Ao fazê-lo, solicitamos que enviem com cópia para terra-quilombo@cpisp.org.br</p>
<p><strong>Centro pelo Direito à Moradia contra Despejos</strong></p>
<p>cohreamericas@cohre.org</p>
<p><strong>Comissão Pró-Índio de São Paulo</strong></p>
<p>cpisp@cpisp.org.br</p>
<p><strong><em>Justiça Global</em></strong></p>
<p>global@global.org.br</p>
<p><strong>Koinonia Presença Ecumênica e Serviço</strong></p>
<p>territoriosnegros@koinonia.org.br</p>
<p><strong>Rede Social de Justiça e Direitos Humanos</strong></p>
<p>rede@social.org.br</p>
<p><strong>Balcão de Direitos</strong></p>
<p><strong>Universidade Federal do Espírito Santo</strong></p>
<p>balcaodedireitos_es@yahoogrupos.com.br</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><em>Sugestão de carta a ser enviada</em></p>
<p>XXX, X de dezembro de 2007</p>
<p>Para:</p>
<p><em>Exma. Sra.</em></p>
<p><em>Dilma Vana Rousseff</em></p>
<p><em>Ministra-Chefe da Casa Civil</em></p>
<p><em>casacivil@planalto.gov.br</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em>Exmo. Sr.</em></p>
<p><em>Josi Antonio Dias Toffoli</em></p>
<p><em>Advogado Geral da União</em></p>
<p><em>fax: (61) 3344-0243</em></p>
<p><em>gabinete.ministro@agu.gov.br</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em>Ilmo. Sr.</em></p>
<p><em>Rolf Hackbart<br />
Presidente do Incra</em></p>
<p><em>rolf.hackbart@incra..gov.br</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Excelentíssimos Senhores,</p>
<p>Vimos, por meio desta, manifestar nosso repúdio a reformulação da Instrução Normativa/20/2005/Incra que regulamenta o procedimento administrativo para titulação das terras ocupadas pelas comunidades de quilombos no Brasil.</p>
<p>As mudanças propostas representam grave retrocesso no reconhecimento dos direitos dos quilombolas e afrontam os artigos 215 e 216 da Constituição Federal, o artigo 68 do ADCT da Constituição Federal e a Convenção 169 da OIT. Assim, ao contrário do que alega a Advocacia Geral da União (Ofício-circular nº05/2007/CGU/AGU), a mudança não trará o aperfeiçoamento das normas referentes à matéria nem tampouco contribuirá para equacionar os conflitos envolvendo as terras das comunidades quilombolas.</p>
<p>O processo que resultou na proposta de alteração da IN/20/2005/Incra deu-se apenas entre órgãos do governo federal sem transparência ou consulta ampla à sociedade civil nem tampouco às próprias comunidades e suas organizações. A consulta ao povo quilombola se faz necessária tendo em vista determinação da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, ratificada pelo Brasil através do Decreto Legislativo 142/2002.</p>
<p>Destacamos que uma verdadeira consulta não se confunde com o procedimento adotado pela Advocacia Geral da União que, por meio de ofício dirigido às organizações quilombolas (Ofício-circular nº05/2007/CGU/AGU), convoca os destinatários da correspondência a atender um cronograma pré-estabelecido de duas reuniões em Brasília para discutir a minuta de nova instrução normativa. Um procedimento democrático e participativo requer a participação dos principais interessados e seus parceiros no início do processo e não na etapa final para referendar um texto já pronto..</p>
<p>Dentre os diversos retrocessos contidos na minuta divulgada pela Advocacia Geral da União destacamos:</p>
<p>1) A nova norma restringe a definição do que são terras ocupadas pelas comunidades quilombolas excluindo as áreas detentoras de recursos ambientais necessários à preservação dos costumes, tradições, cultura e lazer e que englobem espaços de moradia, religiosos e os sítios com reminiscências históricas (conforme redação da IN/20/2005/Incra). A nova definição pode resultar na titulação apenas das áreas onde estão localizadas as moradias, sem acesso a recursos ambientais suficientes e necessários para a permanência digna do povo quilombola no espaço que reivindicam.</p>
<p>2) O §3º do art. 6º da minuta condiciona o início das atividades de titulação à apresentação da certidão de registro no cadastro geral de remanescentes de comunidade de quilombos da Fundação Cultural Palmares. Tal exigência constitui um retrocesso ao direito à auto-identificação já assegurado na Convenção 169 da OIT e no Decreto 4.887/2003, e nesse sentido é ilegal por negar acatamento àqueles estatutos. Subverte, mais, o sentido da certidão que consta no Decreto 4.887/2003. Ao invés de mero registro para efeito de cadastro, a certidão ganha o status de certificado da condição quilombola. Além disso, tal exigência cria mais um entrave burocrático a agilização dos processos ao invés de descentralizar e agilizar, a norma concentra e engessa o procedimento.</p>
<p>3) A nova IN imputa ao relatório de identificação e delimitação um alto grau burocrático  e detalhamento que não se justifica em um documento para tal finalidade e estaria mais adequado à pesquisa acadêmica. O relatório deve ser conciso e passível de ser concluído com agilidade a fim de não comprometer o bom andamento do processo. As exigências introduzidas na nova IN representaram um desperdício de tempo e dinheiro público e, mais grave ainda, transformam o RTID em um obstáculo à conclusão dos processos.</p>
<p>Por outro lado, estranhamos que a minuta não exija que as contestações estejam embasadas em estudos do mesmo grau de tecnicidade que o requisitado para o relatório antropológico do RTID. Assim fica discrepante o nível de exigência para identificar o território e a facilidade oferecida para contestá-lo.</p>
<p>4) Outro obstáculo colocado pela nova norma para elaboração dos relatórios de identificação são as restrições com relação à equipe responsável por sua produção. A nova norma (Artigo 9º § 2º) exige que o RTID seja elaborado por especialista do próprio Incra. É de conhecimento notório que o Incra não dispõe de pessoal suficiente para atender tal demanda. O seu quadro de antropólogos é de cerca de 40 profissionais. Lembramos que, em outubro de 2007, tramitavam no Incra  450 processos sendo que mais da metade ainda não contava com RTID.</p>
<p>Já a eventual contratação de especialista externo ao Incra ganha na nova norma uma restrição inédita e discriminatória (§ 3º) uma vez que fica proibida a contratação do especialista que mantenha &#8220;relação jurídica com entidades associativas vinculadas aos remanescentes de comunidades de quilombos objeto do relatório&#8221;. Quer nos parecer que tal determinação acima visa garantir que os RTID sejam realizados por profissionais isentos. Esquecem os autores da norma que a realização da pesquisa antropológica implica a proximidade, a identificação e o compromisso do pesquisador com o seu objeto de estudo. De forma,  os pesquisadores com maior conhecimento da comunidade estariam sempre suspeitos de parcialidade e impedidos de realizar o RTID.  O compromisso do pesquisador com a comunidade não o impede de produzir um estudo baseado em critérios científicos e de alta qualidade técnica.</p>
<p>5) Por fim, causa estranheza o artigo 15 que tira do âmbito do Incra a decisão sobre a titulação dos territórios quilombolas em claro confronto ao Decreto 4.487/2005.. O referido artigo determina que, havendo controvérsia entre os órgãos públicos sobre as medidas cabíveis para regularização de territórios quilombolas incidentes em unidades de conservação, áreas de segurança nacional, áreas de faixa de fronteira e terras indígenas, a decisão deverá ser tomada pela Casa Civil (questões de mérito) ou pela Advocacia Geral da União (questão jurídica).</p>
<p>Tendo em vista as considerações acima solicitamos que a Instrução Normativa/20/2005/Incra seja mantida em seu inteiro teor e que o processo de instituição de nova norma seja imediatamente suspenso.</p>
<p><em>Assinatura</em></p>
<p><em>Endereço</em></p>
<p><em>e-mail</em></p>
<p>&lt;<a href="http://global.org.br/?p=412">Leia a versão completa da nota contra as mudanças da Instrução Normativa do Incra</a>&gt;</p>
<p>*link</p>
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