Documento será entregue aos governos e às prefeituras das 12 cidades-sede da Copa, além de órgãos municipais, estaduais, federais e internacionais.
12 de dezembro de 2011 • 9h08Destaque Documento será entregue aos governos e às prefeituras das 12 cidades-sede da Copa, além de órgãos municipais, estaduais, federais e internacionais.
“Estamos apenas no início de um processo que se desdobrará em ambientes de diálogos e convergências que se organizarão a partir dos territórios, o lugar onde nossas lutas se integram na prática.”
Agroecologia, saúde e justiça ambiental, soberania alimentar, economia solidária e feminismo. Salvador, Bahia, de 26 a 29 de setembro
20 de outubro de 2010 • 23h48Destaque Explosão aconteceu em Santo Antônio de Jesus, na Bahia, há quase 12 anos
Matéria assinada pelo repórter José Raimundo, veiculada no Jornal Hoje, da TV Globo, mostra como a família dos acusados pela explosão que matou 64 pessoas em Santo Antônio de Jesus continua financiando a produção clandestina de fogos. VEJA O VÍDEO.
Teve início na manhã de hoje (20), às 8h45, o julgamento dos oito acusados pela explosão de uma fábrica clandestina de fogos de artifício em Santo Antônio de Jesus, a 100 quilômetros de Salvador (região do Recôncavo Baiano), que levou à morte de 64 pessoas. O episódio ocorreu há 12 anos e o processo foi aberto na Justiça baiana em 13 de abril de 1999. Até o momento, apenas uma testemunha de acusação foi ouvida. Maria Joelma sobreviveu ao acidente e perdeu uma irmã na explosão.
19 de outubro de 2010 • 14h55Destaque Fábrica de fogos clandestina em Santo Antônio de Jesus explodiu em 1998, mas os responsáveis só devem ser julgados nesta quarta-feira (20), doze anos depois
LIDERANÇAS INDÍGENAS DA BAHIA PEDEM PROVIDENCIAS CONTRA O PROCESSO DE CRIMINALIZAÇÃO QUE VEM SOFRENDO. (…)
“Estou cagando e andando para a convenção internacional”, disse o dr. Eduardo Padilha, Juiz de Direito em Casa Nova, na Bahia.
7 de dezembro de 2009 • 15h03Destaque Ninguém foi responsabilizado por explosão em fábrica clandestina, acontecida em 1998 no município da Bahia. O caso tramita na Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA desde 2001.