O Public Eye é concedido anualmente à empresa vencedora em função de problemas ambientais, sociais e trabalhistas, durante o Fórum Econômico Mundial, na cidade suíça de Davos. O prêmio é conhecido como o “Nobel” da vergonha corporativa mundial.
27 de janeiro de 2012 • 10h11Destaque O Public Eye é concedido anualmente à empresa vencedora em função de problemas ambientais, sociais e trabalhistas, durante o Fórum Econômico Mundial, na cidade suíça de Davos. O prêmio é conhecido como o “Nobel” da vergonha corporativa mundial.
Estrada de acesso ao local de obras foi ocupada. Moradores de comunidades afetadas reclamam cumprimento de contrapartidas por parte da mineradora
18 de maio de 2011 • 10h40Destaque Documento cobra da maior empresa mineradora do mundo, a Vale, medidas para conter a poluição ambiental; Pesquisa mostra impactos na saúde em comundades de Açailândia, no Maranhão
Moradores de comunidades atingidas se uniram a trabalhadores em greve no município de Açailândia, que sofre com violações cometidas por empresas siderúrgicas
Na semana passada, pelo menos 21 pessoas foram mortas em duas rebeliões – uma em São Luis, no Maranhão, e outra em Manaus, no Amazonas. O jornal Folha de S. Paulo entrevistou a advogada Tamara Melo, defensora de direitos humanos e integrante da equipe da Justiça Global.
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) expressa profunda preocupação pela morte de pelo menos 21 pessoas, provocada por atos de violência em centros penitenciários no Brasil.
José Ribamar descobriu que não era mais o ouvidor do Maranhão. Geraldo Soares, do Rio Grande do Norte, viu sua equipe ser reduzida de 12 para cinco servidores. Já a ouvidora do Pará, Cibele Kuss, nunca teve acesso aos dados da letalidade policial.
Reconhecidos militantes de direitos humanos, todos eles concordam num ponto: foram alvo de retaliações por denunciar crimes e desvios de conduta cometidos por policiais.
“Na baixada maranhense, quase tudo é comunidade negra. Passei a conversar com FLAVIANO sobre as origens do povoado. Ele sequer sabia o que era um quilombo.” Leia o texto de Luis Antonio Pedrosa, presidente da OAB-MA
Veja a nota da Federação Internacional de Direitos Humanos sobre a visita à Açailândia, no interior do Maranhão, onde hoje acontece uma audiência pública com autoridades, empresas e comunidade sobre o reassentamento das 350 famílias de Piquiá de Baixo, vizinhas de cinco siderúrgicas e de uma carvoaria da Vale. (…)
Os cacos do desenvolvimento: por dois dias seguidos, em Açailândia-MA, a região de Carajás parou para refletir a respeito do dito “progresso”, que proporcionou muitos avanços na região, mas também provocou impactos violentos e, muitas vezes, irreparáveis. (…)