Representantes de organizações sociais e deputados discutiram os pontos polêmicos do plano proposto pelo governo
Representantes de organizações sociais e deputados discutiram os pontos polêmicos do plano proposto pelo governo
Para Andressa Caldas, diretora da Justiça Global e representante do Fórum Nacional de Entidades de Direitos Humanos, é preocupante o governo se curvar aos setores que querem alterações no PNDH3.
De um lado, a CNBB e as grandes corporações de comunicação; de outro, representantes da sociedade civil. Em pauta, a descriminalização do aborto, a Comissão da Verdade e a revisão das concessões públicas de rádio e TV, entre outros temas polêmicos. Acompanhe via twitter.
A Articulação de Mulheres Brasileiras, a Rede Nacional Feminista de Saúde e outras vinte e duas organizações, entre elas a Justiça Global, divulgaram manifesto a respeito do debate sobre o aborto clandestino no Brasil. (…)
O Estado precisa garantir serviços de saúde que assegurem os direitos reprodutivos da população
Frente ao debate sobre a responsabilidade do Estado brasileiro para com os graves problemas e conseqüências do aborto clandestino no Brasil, as organizações abaixo vêm a público reafirmar o seu compromisso com a defesa do princípio constitucional do Estado laico, a defesa dos direitos sexuais e dos direitos reprodutivos para todas as pessoas e a defesa do direito à vida e à saúde para todas as mulheres. (…)