Veja matéria sobre evento no Ponto Cine de Guadalupe, na Zona Norte do Rio de Janeiro
Veja matéria sobre evento no Ponto Cine de Guadalupe, na Zona Norte do Rio de Janeiro
O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar ao fazendeiro Delson Nunes, acusado de mandar matar o sindicalista José Dutra da Costa, mais conhecido como Dezinho, em novembro de 2000, no município de Rondon do Pará (PA). (…)
Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) realiza visitas de trabalho ao Brasil e recebe carta aberta da sociedade civil no Rio de Janeiro
É mais um episódio que evidencia a urgência da federalização dos crimes atribuídos a grupos de extermínio na fronteira entre PE e PB. O pedido de Incidente de Deslocamento de Competência (IDC) para o assassinato de Manoel Mattos (foto) está há um ano emperrado no STJ.
Relatório sobre execuções sumárias chama a atenção para as taxas “alarmantes” de violência policial e para a ação de grupos de extermínio no país; nenhuma das 33 recomendações feitas pelas Nações Unidas em 2008 foram integralmente cumpridas
1 de junho de 2010 • 12h00Destaque Advogado executado por grupos de extermínio completaria 42 anos hoje; relator da ONU destacou que o pedido de federalização do crime continua emperrado no STJ
Nas pequenas cidades da fronteira entre Pernambuco e Paraíba, todos sabiam que Manoel Mattos, o advogado que desafiou os grupos de extermínio da região, estava marcado para morrer. O assassinato de Manoel Mattos é um triste retrato de um Brasil que ainda é governado livremente pelo crime organizado.
Testemunhas afirmam sofrer ameaças; há diversos indícios de irregularidades no processo
Leia a nota da Justiça Global e da Dignitatis sobre a necessidade de federalização do caso Manoel Mattos, assassinado por grupos de extermínio na divisa entre Pernambuco e Paraíba.
Baseado em casos emblemáticos no estado do Rio de janeiro, o relatório faz uma leitura atualizada de todo o processo de criminalização e de violência com a classe trabalhadora, em um cenário de intensificação de medidas repressivas e violadores, visando a chegada de grandes eventos esportivos na capital do estado.
No próximo dia 28 de agosto, quinta-feira, às 11 horas da manhã, a publicação Segurança, Tráfico e Milícias no Rio de Janeiro será apresentada à imprensa na sede da ADPERJ, Rua do Carmo, nº. (…)
A publicação apresenta um estudo exploratório sobre as milícias e cinco artigos que trazem para o primeiro plano, através de diversas perspectivas, questões cruciais para o debate atual da segurança pública no Rio de Janeiro.
O fórum PELA VIDA, CONTRA O EXTERMÍNIO, que reúne organizações de direitos humanos e movimentos sociais, se posicionou contra a violência policial no Rio de Janeiro através de três novos outdoors. (…)
A Justiça Global, em ação conjunta com o Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro, a Rede de Movimentos e Comunidades contra a Violência e o Mandato do deputado estadual Marcelo Freixo, enviou a Philip Alston, Relator Especial da ONU sobre Execuções Extrajudiciais, Sumárias ou Arbitrárias, um informe sobre o seqüestro e o assassinato dos três jovens do Morro da Providência, no Rio de Janeiro, com a participação direta de integrantes do Exército. (…)
O informe será feito por Philip Alston, Relator para Execuções Sumárias, Arbitrárias e Extrajudiciais, no próximo dia 2 de junho, no início do 8º. (…)
Relatório Preliminar de Phillip Alston, Relator para Execuções Sumárias, Arbitrárias e Extrajudiciais, menciona a postura das autoridades fluminenses como incentivo à violência Policial. (…)
Era uma noite do dia 30 de novembro de 2007. (…)
Os quatro jovens executados na saída da casa noturna Via Show, na Baixada Fluminense, em dezembro de 2003, foram relembrados pela primeira vez em ato no dia 8 de dezembro. (…)
Repúdio à ação policial em Senador Camará no Rio de Janeiro
A megaoperação realizada ontem (17/10) na comunidade da Coréia, em Senador Camará (RJ), que mobilizou pelo menos 500 policiais e terminou com o triste saldo de 12 pessoas executadas, entre elas uma criança de 4 anos, e cerca de quatro feridos é resultado da ação policial baseada no confronto que vem sendo intensificada desde o início da gestão de Sérgio Cabral. (…)
A Justiça Global vem a público repudiar as declarações do governador Sérgio Cabral e do secretário de segurança pública, José Mariano Beltrame, que, diante do desaparecimento forçado e possível homicídio do líder comunitário Jorge da Silva Siqueira Neto, tentam associa-lo à criminalidade, colocando em xeque a idoneidade da vítima, tirando de foco a responsabilidade do Estado em não ter garantido sua vida quando formalizou as ameaças que vinha recebendo por denunciar a ação das milícias na comunidade Kelson’s. (…)