Em resposta à morte de vigilante julgado e condenado pelo PCC, policiais deram início à onda de violência que assombrou a Baixada Santista em abril. Ex-PM diz que revide é forma de ”marcar território”
Em resposta à morte de vigilante julgado e condenado pelo PCC, policiais deram início à onda de violência que assombrou a Baixada Santista em abril. Ex-PM diz que revide é forma de ”marcar território”
É mais um episódio que evidencia a urgência da federalização dos crimes atribuídos a grupos de extermínio na fronteira entre PE e PB. O pedido de Incidente de Deslocamento de Competência (IDC) para o assassinato de Manoel Mattos (foto) está há um ano emperrado no STJ.
Relatório sobre execuções sumárias chama a atenção para as taxas “alarmantes” de violência policial e para a ação de grupos de extermínio no país; nenhuma das 33 recomendações feitas pelas Nações Unidas em 2008 foram integralmente cumpridas
1 de junho de 2010 • 12h00Destaque Advogado executado por grupos de extermínio completaria 42 anos hoje; relator da ONU destacou que o pedido de federalização do crime continua emperrado no STJ
Nas pequenas cidades da fronteira entre Pernambuco e Paraíba, todos sabiam que Manoel Mattos, o advogado que desafiou os grupos de extermínio da região, estava marcado para morrer. O assassinato de Manoel Mattos é um triste retrato de um Brasil que ainda é governado livremente pelo crime organizado.
Leia a nota da Justiça Global e da Dignitatis sobre a necessidade de federalização do caso Manoel Mattos, assassinado por grupos de extermínio na divisa entre Pernambuco e Paraíba.
A publicação apresenta um estudo exploratório sobre as milícias e cinco artigos que trazem para o primeiro plano, através de diversas perspectivas, questões cruciais para o debate atual da segurança pública no Rio de Janeiro.
O fórum PELA VIDA, CONTRA O EXTERMÍNIO, que reúne organizações de direitos humanos e movimentos sociais, se posicionou contra a violência policial no Rio de Janeiro através de três novos outdoors. (…)
O informe será feito por Philip Alston, Relator para Execuções Sumárias, Arbitrárias e Extrajudiciais, no próximo dia 2 de junho, no início do 8º. (…)
Relatório Preliminar de Phillip Alston, Relator para Execuções Sumárias, Arbitrárias e Extrajudiciais, menciona a postura das autoridades fluminenses como incentivo à violência Policial. (…)
Um dia após a posse do novo secretário de segurança pública da Bahia, César Nunes, movimentos sociais de Salvador e organizações de direitos humanos – dentre elas a Justiça Global, o Movimento Sem Teto da Bahia (MSTB), o Movimento Negro Unificado (MNU-BA) e a Comissão de Justiça e Paz (CJP) – divulgam nota denunciando a ação de grupos de extermínio e exigindo que as que as autoridades investiguem a execução de jovens negros, pobres e moradores da periferia da cidade de Salvador. (…)
O Tribunal do Júri de Nova Iguaçu condenou o cabo José Augusto Moreira Felipe a 542 anos de prisão por formação de quadrilha e participação na execução de 29 pessoas em março de 2005 na Baixada Fluminense. (…)
Mega eventos iguais ao Pan têm históricos violentos. (…)
O crime conhecido como “Matança de Nova Brasília” – bairro considerado ponto de desova de grupos de extermínio de Salvador (BA) – foi denunciado às Nações Unidas. (…)
O Tribunal de Justiça da Bahia confirmou a sentença que condenou os policiais militares Vlademir Reis de Oliveira, Raimundo Ramos, Lúcio dos Santos Reis e Gilvan Pomponet por envolvimento em grupos de extermínio no município de Santo Antonio de Jesus, na Bahia. (…)