<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Justiça Global &#187; Via Campesina</title>
	<atom:link href="http://global.org.br/tag/via-campesina/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://global.org.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 17:10:52 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Nota sobre a visita de Lula ao Pará</title>
		<link>http://global.org.br/programas/nota-sobre-a-visita-de-lula-ao-para/</link>
		<comments>http://global.org.br/programas/nota-sobre-a-visita-de-lula-ao-para/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 20:45:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sandrinha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Econômicos, Sociais e Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Estados]]></category>
		<category><![CDATA[Notas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Programas]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública e Violência Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Monte]]></category>
		<category><![CDATA[CPT]]></category>
		<category><![CDATA[lideranças sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Xingu Vivo Para Sempre]]></category>
		<category><![CDATA[mst]]></category>
		<category><![CDATA[pequenos agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente da República]]></category>
		<category><![CDATA[ribeirinhos]]></category>
		<category><![CDATA[usina hidrelétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Via Campesina]]></category>
		<category><![CDATA[Xingu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://global.org.br/?p=1597</guid>
		<description><![CDATA[Não bastasse serem impedidos de levar suas demandas ao presidente, os ameaçados pela usina foram publicamente humilhados, chamados de meninos, ignorantes. Procurando comparar-se a eles, Lula afirmou que, em sua juventude, acreditou em disparates como terremotos, mudança do clima ou do eixo do planeta, causados pela hidrelétrica de Itaipu. “Se eles [os manifestantes] tivessem paciência para ouvir”, disse Lula... Se ele  tivesse essa paciência, saberia que os medos da população do Xingu não são fanatsiosos. São medos reais de quem está ameaçado pela destruição de seu lar, de seu modo de vida, de suas fontes de sobrevivência, e de toda a imensurável beleza que faz a vida valer a pena no Xingu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Surdo, cego e displicente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um  forte aparato de repressão, composto pela Força Nacional, pela Tropa de  Choque e pela polícia militar, impediu que o protesto de cerca de 400  ribeirinhos, pequenos agricultores, estudantes e professores contra a  hidrelétrica de Belo Monte chegasse ao presidente Lula esta semana, em  Altamira (PA).</p>
<p style="text-align: justify;">O  representante do governo federal, Geraldo Magela (colaborador do  ministro Luis Dulci, da Secretaria Geral da Presidência), esteve à  frente das forças policiais que bloquearam o acesso dos manifestantes ao  Estádio onde Lula falou à população. Lideranças sociais foram fichadas,  houve revista pessoal e apreensão de faixas ou qualquer material  contrário a Belo Monte.</p>
<p style="text-align: justify;">Não  bastasse serem impedidos de levar suas demandas ao presidente, os  ameaçados pela usina foram publicamente humilhados, chamados de meninos,  ignorantes. Procurando comparar-se a eles, Lula afirmou que, em sua  juventude, acreditou em disparates como terremotos, mudança do clima ou  do eixo do planeta, causados pela hidrelétrica de Itaipu. “Se eles [os  manifestantes] tivessem paciência para ouvir”, disse Lula&#8230; Se <strong><em>ele</em></strong> tivesse essa paciência, saberia que os medos da população do Xingu não  são fanatsiosos. São medos reais de quem está ameaçado pela destruição  de seu lar, de seu modo de vida, de suas fontes de sobrevivência, e de  toda a imensurável beleza que faz a vida valer a pena no Xingu.</p>
<p style="text-align: justify;">Cegado   pela displicência, o presidente não viu que os rostos dos que tentaram  se fazer ouvir eram morenos, brancos, negros, vincados e queimados de sol, e suados com o  calor que tanto o incomodou. Não eram “gringos”, como disse Lula na sua  próxima parada, em Marabá.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“Nós precisamos mostrar ao mundo que ninguém mais do  que nós quer cuidar da nossa floresta”, disse Lula. Nós? O governo, que  faz as obras que destroem e atraem a destruição das matas? Não, somos  nós os que sabemos cuidar da floresta, aqueles que estamos tentando nos  fazer ouvir desesperadamente. Somos os que historicamente cuidamos da  natureza, porque ela é tudo que temos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Lula   falou em R$ 4 bilhões “<strong>para  cuidar do povo ribeirinho”. Isto deve nos alegrar? Deve pagar a  destruição de nossas vidas, e das vidas das futuras gerações? Devemos  comemorar e nos calar?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esta   semana no Pará, houve espaço para uma só voz, arrogante, displicente e  prepotente. Lula, o governo federal e o governo estadual, que até hoje  não se dignaram a ouvir os apelos dos ameaçados por Belo Monte,  novamente ignoraram e deram as costas aos ribeirinhos, agricultores e  moradores das palafitas de Altamira, e aos seus medos e sonhos.  Novamente, a despeito da expectativa e da ansiedade de serem ouvidos,  estes cidadões tiveram a porta batida em suas caras.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p align="right">Altamira, 23 de junho de 2010</p>
<p><strong><em>Movimento   Xingu Vivo para Sempre, Via Campesina (MAB, CIMI, CPT, PJR, FEAB,  ABEEF), MMCC, UJS, Consulta Popular, DA-UFPA, PJ, SINTEPP, Movimento  Negro &#8211; CFNTX, Pastoral da Criança, Forum Popular, SOS Vida</em></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://global.org.br/programas/nota-sobre-a-visita-de-lula-ao-para/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Camponesas lutam contra agronegócio e violência contra a mulher</title>
		<link>http://global.org.br/programas/camponesas-lutam-contra-agronegocio-e-violencia-contra-a-mulher/</link>
		<comments>http://global.org.br/programas/camponesas-lutam-contra-agronegocio-e-violencia-contra-a-mulher/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 18:45:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mehl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Defensores de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Econômicos, Sociais e Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Programas]]></category>
		<category><![CDATA[dia internacional da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[direito da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[reforma agrária]]></category>
		<category><![CDATA[resistência]]></category>
		<category><![CDATA[terra e território]]></category>
		<category><![CDATA[Via Campesina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://global.org.br/?p=1408</guid>
		<description><![CDATA[Somando-se à luta feminista durante este 8 de março, as mulheres da Via Campesina se mobilizam por todo o país para denunciar os malefícios do agronegócio contra a vida e o trabalho das camponesas. Atos, protestos e atividades de formação e estudos acontecem desde a semana passada em todas as regiões do país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Somando-se à luta feminista durante este 8 de março, as mulheres da Via Campesina se mobilizam por todo o país para denunciar os malefícios do agronegócio contra a vida e o trabalho das camponesas. Atos, protestos e atividades de formação e estudos acontecem desde a semana passada em todas as regiões do país.</p>
<p>A <strong> Jornada de Lutas contra o Agronegócio e contra a Violência: por Reforma Agrária e Soberania Alimentar </strong> pretende resgatar a data como o Dia Internacional de Luta das Mulheres Trabalhadoras e questionar o modelo de desenvolvimento imposto pelas empresas transnacionais, pelos bancos, pelo governo e pelo Estado para o campo brasileiro. Neste ano são comemorados os 100 anos do 8 de março. “Defendemos alternativas viáveis como a agroecologia, a agricultura camponesa cooperada, a produção de alimentos saudáveis. A Reforma Agrária continua sendo uma medida democratizante e importante para a implantação destas propostas”, afirma Marina dos Santos, integrante da coordenação nacional do MST.</p>
<p>O atual modelo econômico não tem condições de gerar desenvolvimento e melhores condições de vida para a população, garantindo os direitos sociais e a Reforma Agrária. Segundo o Censo Agropecuário de 2006, a agricultura familiar é a responsável por 85% da produção de todos os alimentos. E é nela que trabalham 85% das pessoas do campo.</p>
<p>Além disso, poucas empresas no mundo controlam a produção de alimentos, desde a semente até a venda para o consumo. Em 2005, as dez maiores produtoras de semente controlavam cerca de 50% do mercado mundial. Com isto, as relações de trabalho, os direitos trabalhistas e previdenciários das mulheres e homens são violados constantemente.</p>
<p>A questão agrária continua sem solução: existem no Brasil 90 mil famílias acampadas e mais de quatro milhões de famílias sem-terra no País. A parcela de mulheres beneficiárias pela Reforma Agrária é baixa (12,6% em 1996; 13% em 2002 e 13,6% em 2003). Na Colômbia, esse índice chega a 45%. Segundo a FAO, somente 1% das propriedades rurais em todo o mundo estão em nome de mulheres.</p>
<p><strong>Estados</strong></p>
<p>Em <strong>São Paulo</strong>, 250 mulheres da Via Campesina participam da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres.A partir de hoje (8/3), as mulheres começam a marcha de Campinas a São Paulo com mobilizações nacionais simultâneas de diferentes tipos, formas, cores e ritmos para marcar o centenário da Declaração do Dia Internacional das Mulheres.</p>
<p>No <strong>Rio de Janeiro</strong>, trabalhadoras da Via Campesina e do Comitê de Erradicação do Trabalho Escravo marcham na BR-101, rumo à Usina Capim, em Ururaí, Campos dos Goytacazes. Em 2009, o estado liderou os índices de resgate de trabalhadores em situação análoga ao escravo. Foram 715 trabalhadores resgatados pelo Ministério Público do Trabalho, num total de 4.283 em todo o Brasil.</p>
<p>No <strong>Paraná</strong>, cerca de 1.000 camponesas ocupam a Usina Central do Paraná desde as seis horas da manhã na cidade de Porecatu (norte do Paraná). O ato denuncia a monocultura da cana e o trabalho escravo.</p>
<p>No <strong>Ceará</strong>, mais de 400 mulheres estão em frente à indústria química Nufarm, no Novo Maracanaú, Região Metropolitana de Fortaleza. Elas fazem protesto contra a fábrica, oitava maior produtora de agrotóxicos do mundo.</p>
<p>Na <strong>Paraíba</strong>, 400 mulheres da Via Campesina marcham pelas ruas do município de Sousa, sertão da Paraíba. Elas denunciam o uso desenfreado de agrotóxicos pelo grupo Santana, grande empresa agrícola. Os maiores prejudicados são as famílias acampadas no pré- assentamento Isabel Cristiano.</p>
<p>Em <strong>Alagoas</strong>, as manifestantes acampam na praça dos Martírios, nem Maceió, em frente ao Palácio do Governo do Estado, ficando ali instaladas para as atividades da semana. Em Arapiraca, cerca de 350 trabalhadoras da Via Campesina realizam ato nesta manhã na praça Marques, Centro. Em Delmiro Gouveia, uma marcha discute a construção do Canal do Sertão, obra que deve privilegiar os grandes latifundiários, já que seu usufruto será comercial.</p>
<p>Em <strong>Pernambuco</strong>, cerca de 180 mulheres reocuparam, pela quinta vez, a Fazenda Uberaba, no município de Bonito, brejo pernambucano. As manifestantes montaram acampamento ontem (7/3) junto com suas famílias. Em 2004, homens armados perseguiram militantes do MST acampados próximos à fazenda. Um dos homens foi identificado como filho da proprietária da área que mantinha pistoleiros fortemente armados.</p>
<p>Em <strong>Minas Gerais</strong>, durante os dias 6, 7 e 8 de março, 500 mulheres se mobilizam para denunciar a situação de opressão em que vivem por causa do agronegócio, da violência e do machismo, da criminalização e acima de tudo do sistema capitalista.</p>
<p>Em <strong>Tocantins</strong>, mais de 800 mulheres da região Amazônica e demais movimentos populares do Estado do Tocantins farão uma caminhada em comemoração aos 100 anos de instituição do dia 8 de março. O protesto será em defesa da vida, pelos direitos humanos e pela soberania alimentar.</p>
<p>As mulheres do <strong>Mato Grosso</strong> promovem uma campanha de doação de sangue em frente aos correios e a Igreja Matriz, em Várzea Grande. As mato-grossenses estão reunidas no Encontro Estadual de Mulheres Trabalhadoras Rurais do estado que será marcado por debates sobre a atual conjuntura, os impactos sociais, ambientais e econômicos do agronegócio e o papel da mulher na transformação da sociedade.</p>
<p>No <strong>Rio Grande do Sul</strong>, trabalhadoras da Via Campesina, do MTD (Movimento dos Trabalhadores Desempregados), da Intersindical e do Levante da Juventude estão mobilizadas desde o dia 3/3. As manifestantes promoveram palestras e ocuparam a Delegacia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em Porto Alegre. Elas ainda se somaram aos estudantes e trabalhadores urbanos no dia 4/3 para uma vigília na reitoria da UFRGS em protesto contra a votação do projeto do Parque Tecnológico.</p>
<p>Em <strong> Goiás </strong>, mais de 600 mulheres da Via Campesina fazem uma caminhada contra o agronegócio no município de Rubiataba. Desde o dia 5/3, as camponesas estão reunidas em atividades de formação em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://global.org.br/programas/camponesas-lutam-contra-agronegocio-e-violencia-contra-a-mulher/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Via Campesina lança documento contra criminalização dos movimentos sociais</title>
		<link>http://global.org.br/programas/via-campesina-lanca-documento-contra-criminalizacao-dos-movimentos-sociais/</link>
		<comments>http://global.org.br/programas/via-campesina-lanca-documento-contra-criminalizacao-dos-movimentos-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 10:26:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mehl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[Defensores de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Econômicos, Sociais e Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Outros Documentos]]></category>
		<category><![CDATA[Programas]]></category>
		<category><![CDATA[criminalização dos defensores de direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[criminalização dos movimentos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Social Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[FSM]]></category>
		<category><![CDATA[terra e território]]></category>
		<category><![CDATA[Via Campesina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://global.org.br/?p=1325</guid>
		<description><![CDATA[Durante o Fórum Social Mundial de Porto Alegre, a Via Campesina apresentou um documento entitulado "A Ofensiva da Direita Para Criminalizar os Movimentos Sociais".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o Fórum Social Mundial de Porto Alegre, a Via Campesina apresentou um documento entitulado &#8220;A Ofensiva da Direita Para Criminalizar os Movimentos Sociais&#8221;.</p>
<p>LEIA:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://global.org.br/wp-content/uploads/2010/02/criminalização-dos-mov.-sociais.-Via-Campesina.pdf"><img class="size-full wp-image-1327 aligncenter" title="Criminalizaçao_ViaCampesina" src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2010/02/Criminalizaçao_ViaCampesina.JPG" alt="Criminalizaçao_ViaCampesina" width="584" height="266" /></a></p>
<p><a href="http://global.org.br/wp-content/uploads/2010/02/criminalização-dos-mov.-sociais.-Via-Campesina.pdf">Via Campesina &#8211; A Ofensiva da Direita Para Criminalizar os Movimentos Sociais</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://global.org.br/programas/via-campesina-lanca-documento-contra-criminalizacao-dos-movimentos-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

