Após uma audiência pública sobre a violência policial no estado de São Paulo, o movimento das Mães de Maio divulgou hoje uma nota em que cobra o fim dos registros como ‘autos de resistência’ ou ‘resistência seguida de morte’
Após uma audiência pública sobre a violência policial no estado de São Paulo, o movimento das Mães de Maio divulgou hoje uma nota em que cobra o fim dos registros como ‘autos de resistência’ ou ‘resistência seguida de morte’
Veja matéria sobre evento no Ponto Cine de Guadalupe, na Zona Norte do Rio de Janeiro
Flávia Villela
Da Agência Brasil
No Rio de Janeiro
Violência institucional, criminalização da pobreza e dos movimentos sociais, racismo, discriminação contra as mulheres e tortura. (…)
Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) realiza visitas de trabalho ao Brasil e recebe carta aberta da sociedade civil no Rio de Janeiro
Com a nova lei, a criação desses órgãos — uma demanda antiga dos movimentos sociais de direitos humanos — vai garantir o monitoramento permanente das condições existentes nas carceragens policiais, presídios, unidades sócio-educativas e manicômios.
Em resposta à morte de vigilante julgado e condenado pelo PCC, policiais deram início à onda de violência que assombrou a Baixada Santista em abril. Ex-PM diz que revide é forma de ”marcar território”
Relatório sobre execuções sumárias chama a atenção para as taxas “alarmantes” de violência policial e para a ação de grupos de extermínio no país; nenhuma das 33 recomendações feitas pelas Nações Unidas em 2008 foram integralmente cumpridas
Primeira favela a receber UPP, Santa Marta foi também primeira a denunciar arbitrariedades cometidas por policiais; leia a cartilha produzida pela comunidade em parceria com organizações de DH, e saiba de seus direitos!
Comissão de Direitos Humanos da ALERJ premia pessoas que se destacaram na luta pelos DH em 2009. Entre os premiados estão o Jornal O Cidadão, da Maré, e mães de jovens mortos por policiais.
Testemunhas afirmam sofrer ameaças; há diversos indícios de irregularidades no processo
Baseado em casos emblemáticos no estado do Rio de janeiro, o relatório faz uma leitura atualizada de todo o processo de criminalização e de violência com a classe trabalhadora, em um cenário de intensificação de medidas repressivas e violadores, visando a chegada de grandes eventos esportivos na capital do estado.
A publicação apresenta um estudo exploratório sobre as milícias e cinco artigos que trazem para o primeiro plano, através de diversas perspectivas, questões cruciais para o debate atual da segurança pública no Rio de Janeiro.
O fórum PELA VIDA, CONTRA O EXTERMÍNIO, que reúne organizações de direitos humanos e movimentos sociais, se posicionou contra a violência policial no Rio de Janeiro através de três novos outdoors. (…)
Paris-Genebra, 7 de julho de 2008. (…)
Familiares de vítimas, lideranças comunitárias, ONGs e movimentos sociais realizam ato em lembrança de um ano da chacina do Alemão e fazem uma retrospectiva das chacinas promovidas pela política de extermínio do governo Sérgio Cabral, que matou 358 pessoas nos primeiros três meses de 2008. Se essa média se mantiver, a polícia fluminense matará até o final do ano 1431 pessoas.
Brasil se compromete a adotar medidas de combate à tortura, condições prisionais, proteção aos defensores de direitos humanos e aprimoramento do sistema de justiça, entre outras
O Conselho de Direitos Humanos (CDH) da ONU divulgou hoje, 11 de junho de 2008, seu relatório oficial sobre o Brasil dentro do processo de Revisão Periódica Universal (RPU, ou UPR por sua sigla em inglês) que avaliou a situação de direitos humanos no país (tiraria, para não ficar repetitivo). (…)
O informe será feito por Philip Alston, Relator para Execuções Sumárias, Arbitrárias e Extrajudiciais, no próximo dia 2 de junho, no início do 8º. (…)
As organizações e movimentos sociais vêm através dessa nota repudiar a declaração “A PM é o melhor inseticida social”, feita pelo comandante do 1° Comando de Policiamento de Área (CPA) coronel Marcus Jardim no dia 15/04/08 em referência à ação da polícia militar na Vila Cruzeiro, onde foram mortas nove (9) pessoas e feridas seis (6). (…)
Um dia após a posse do novo secretário de segurança pública da Bahia, César Nunes, movimentos sociais de Salvador e organizações de direitos humanos – dentre elas a Justiça Global, o Movimento Sem Teto da Bahia (MSTB), o Movimento Negro Unificado (MNU-BA) e a Comissão de Justiça e Paz (CJP) – divulgam nota denunciando a ação de grupos de extermínio e exigindo que as que as autoridades investiguem a execução de jovens negros, pobres e moradores da periferia da cidade de Salvador. (…)
Era uma noite do dia 30 de novembro de 2007. (…)